A ORIGEM DOS 7 PECADOS CAPITAIS
O MAIOR ATENTADO TERRORISTA NA FRANÇA
No total, 129 pessoas morreram e cerca de 350 ficaram feridas.
Esses atentados-terrorista de 13 de novembro entraram para o rol dos mais sangrentos já executado por grupos radicais islâmicos, ficando atrás apenas dos atentados de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos, promovido pela rede terrorista Al-Qaeda, na época comandada pelo Osama Bin Laden.
Agora voltando a frança os ataques se iniciaram às 21:16 da noite e na primeira hora da madrugada do dia 14. O primeiro ato foi a explosão de um homem bomba nos arredores do Stade de France, situado em Saint-Denis, ao norte de Paris. O Stade de France é o estádio de futebol que sediou a abertura e o jogo final da Copa do Mundo de 1998.
No momento da explosão ocorrida no estádio, uma partida entre as seleções francesa e inglesa estava acontecendo, e assistida por milhares de pessoas e dentre elas o presidente da França François Hollande.
A esse primeiro ato de terror, outro aconteceu às 21:20 da noite, que foi um ataque a tiros de fuzil e metralhadora contra dois restaurantes em uma das regiões mais movimentadas de Paris.
Os dois estabelecimentos que se encontravam repleto de pessoas. Dezenas delas morreram imediatamente, e muitas outras ficaram feridas.
Cerca de 10 minutos depois uma nova explosão ocorreu próximo ao Stade de France mais um homem bomba detonou um cinto com explosivos.
A essa altura a polícia já tinha ciência de que a cidade estava sendo alvo de atentados terrorista.
O presidente francês foi retirado do estádio por segurança, policiais e as milhares de pessoas que assistiam o jogo tiveram que se dirigir ao centro do campo para buscar segurança e receber mais informações a respeito do que estava acontecendo na cidade.
Minutos depois, os mesmo terroristas que dispararam contra os restaurantes vitimaram mais uma dezenas de pessoas em outros 2 pontos muito movimentados de Paris que foram mais 2 restaurantes que estavam bem movimentados.
Os terroristas abriram fogo indiscriminadamente depois fugiram em um carro com uma placa belga, segundo algumas testemunhas que estavam no local.
O alvo seguinte dos terroristas foi a casa de espetáculos Bataclan, onde estava sendo realizada a apresentação de uma banda de rock americana.
A invasão ao Bataclan pelos terroristas aconteceu por volta das 21:45 da noite. E do mesmo modo que fizeram nos 4 estabelecimentos anteriores, 4 terroristas fortemente armados entraram na casa de espetáculos e abriram fogo contra as pessoas.
A maior parte do publico conseguiu fugir, mas os terroristas ainda mantiveram cerca de 80 reféns.
Ao mesmo tempo em que o terror se instalava no Bataclan, uma terceira explosão aconteceu nas imediações do Stade de France. E toda a cidade de Paris ficou em alerta e caótica.
A polícia parisiense foi até ao Bataclan, cercou a casa de espetáculos e se preparou para invadir o local e libertar os reféns, haja vista que nenhuma negociação seria feita.
A tentativa de invasão aconteceu ás 00:30. Quando perceberam que um possível confronto com policiais era iminente, os 4 terroristas detonaram seus cintos de explosivos, matando todas as pessoas que estavam dentro local.
As investigações que ocorreram nos dias seguintes ao atentado comprovaram que os 8 envolvidos haviam morado no bairro Molenbeek, em Bruxelas, na Bélgica.
Esse bairro é considerado pelos especialistas em contraterrorismo um reduto de células de grupos extremistas islâmicos. Além disso, a polícia descobriu que o mentor dos ataques terroristas, foi o belga Abdelhamid-Abaaoud, que estava em Saint-Denis, próximo ao Stade de France.
No dia 18 de novembro, a polícia invadiu o local onde Abaaoud estava e o matou. No mesmo local, uma mulher bomba morreu após acionar o seu cinto explosivo.
É importante ressaltar que Abaaoud, ficou por volta de 2 anos na Síria combatendo com o Estado Islâmico, cresceu em Molenbeek e provavelmente encorajou ou ajudou encorajar os outros terroristas que participarem dos atentados em Paris.
O Estado Islâmico reivindicou a autoria dos atentados por meio de uma carta no dia 15 de novembro. E nessa carta tem um seguinte trecho dizendo:
''Alá abençoou nossos irmãos e concedeu a eles o que eles desejavam. Eles detonaram os cintos explosivos nas massas de descrentes depois de esgotar suas munições
Que Alá os aceite entre os martires e permita que nos juntemos a eles.
Que a frança e todos que seguem o seu caminho saibam que continuarão sendo os principais alvos do Estado Islâmico e que continuarão a sentir o cheiro da morte enquanto seguirem o caminho das ''cruzadas'', enquanto se atrevem a insultar nosso Profeta, e enquanto se vangloriarem de sua guerra contra o Islã na frança e de suas ofensivas aéreas contra muçulmanos na terra Califado. Este é apenas o começo. E também um aviso para aqueles que queiram meditar e tirar lições''.
Nesse trecho podemos perceber o teor do extremismo do Estado Islâmico, que ao se referir às nações ocidentais e aos mortos, utilizam o termo ''Cruzadas'', fazendo referência às Cruzadas da idade média, isto é, ao passado em que os reinos cristãos lutaram contra a expansão muçulmana pelo território europeu.
Isso fica claro o objetivo de uma guerra de ''concepções civilizacionais'' que o Califado do Estado Islâmico tenta levar a cabo.
O PERTURBAR DA NOITE (Conto de Terror)
CASO CRIMINAL: JOVEM QUE MATOU GAROTA GAMER DIZ FAZER PARTE DE SEITA SECRETA
Guilherme Alves Costa, de 18 anos, foi preso e confessou o crime macabro, que aconteceu na casa em que ele vivia com sua mãe. Em depoimento, ele disse que planejou o assassinato, pois a amiga estava "atravessando seu caminho".
O rapaz tinha um plano de atacar igrejas, elaborado por uma seita secreta, e Ingrid não teria aceito participar da ação e então Guilherme a matou. O jovem publicou um vídeo logo após a execução e em tom de deboche ao falar sobre o que tinha acabado de fazer.A delegada quer saber se Ingrid, ao desistir de fazer parte dos planos ou ao tentar impedir o amigo de executar a tal ação, acabou sendo morta por ele.
A menção ao suposto grupo foi contada pelo próprio Guilherme em um livro ou diário que foi escrito por ele, com 52 páginas.
A polícia pediu a quebra do sigilo telefônico de Guilherme, assim como toda a movimentação de conversas dele em fóruns da DeepWeb. Algumas informações diz que já era a segunda vez que Ingrid visitava o amigo.
Eles chegaram a ser vistos juntos, por uma pessoa da família do rapaz, horas antes do crime. Estavam deitados na cama, onde conversavam e jogavam.
Ninguém poderia imaginar que o quarto seria palco de um crime brutal, e cercado de mistérios ainda a serem esclarecidos pela polícia.
Guilherme deve ser ouvido ainda por um psicólogo forense que vai avaliar as condições psicológicas do rapaz, que pode apresentar desvio.
Familiares da jovem, desde o dia da morte dela, optaram por não passar detalhes sobre a personalidade da moça e nem gravar entrevista.
Alguns conhecidos apenas revelaram que Ingrid morava com a família, era uma pessoa reservada e que participava de grupos de jogos pela internet.
A jovem era jogadora de Call Of Duty Mobile e seu nickname no jogo era ''SOL'' ela fazia parte da equipe FBI-E-Sports. Já Guilherme também era um jogador mas fazia parte de outra equipe conhecida como Gamers Elite e seu nickname era ''FlashAsmodeus''.
A equipe Gamers Elite informou que Guilherme tinha enviado um vídeo com a jovem Ingrid morta no grupo da organização e os responsáveis afirmaram que informaram para as autoridades e pediram para que os integrantes do grupo não compartilhassem o vídeo.
A organização diz ainda que nunca viu Guilherme pessoalmente e que não compactua com qualquer criminoso de nenhum modo e jamais irá compactuar ou fazer apologias ao mesmo.
O corpo da jovem Ingrid de 19 anos foi sepultado no fim desta quarta-feira 24 de fevereiro, no Cemitério Vila Nova Cachoeirinha.
AMIGO IMAGINARIO (CREEPYPASTA)
Noite de Relâmpagos (Creepypasta)
Nós tínhamos acabado de nos mudar para uma casa de fazenda nos subúrbios. Um bairro digno de livro de histórias - vizinhos amigáveis, silenciosos,
cercas de piquete e tudo mais. Basta dizer que isso deveria ser um novo começo para mim, um pai solteiro e meu filho de três anos.
Um bom lugar para deixar o drama e estresse do ano anterior no passado.
Vi a tempestade como uma metáfora para este novo começo: um último show de teatro antes da sujeira do ano passado ser lavada.
Meu filho adorou mesmo assim, mesmo tendo sido tão intensa. Foi a primeira grande tempestade que viu na vida.
Flashes de relâmpagos inundaram os quartos vazios de nossa casa, transmitindo caixas descompactadas com longas sombras rastejantes nas paredes, e ele pulava e gritava
quando os trovões rugiam. Já tinha passado da hora de dormir quando ele finalmente se sentiu confortável para ir pra cama.
Na manhã seguinte, encontrei-o acordado na cama e sorrindo. "Eu assisti o relâmpago da minha janela!", Anunciou com orgulho.
Algumas manhãs depois, me disse o mesmo. "Você é bobo", falei. "Não houve tempestade na noite passada, você estava sonhando!" "Oh..." Ele pareceu um tanto desanimado.
Afaguei-lhe os cabelos e disse para não se preocupar, deveria haver outra tempestade em breve.
Então, tornou-se um padrão. Me contava como assistia o relâmpago ao lado da janela pelo menos duas vezes por semana, apesar de não haver tempestades.
"Sonhos recorrentes daquela primeira tempestade memorável", imaginei.
É fácil me odiar em retrospectiva. Todo mundo me assegura que não havia nada que eu pudesse ter feito, de jeito nenhum que eu pudesse saber.
Mas eu deveria ser o protetor do meu filho, e essas são palavras inúteis de conforto.
Revivo constantemente naquela manhã: fazendo meu café, despejando leite sobre meu cereal e pegando o jornal para ler sobre um stalker de crianças
— As autoridades locais tinham acabado de prendê-lo.
Era coisa de primeira página. Aparentemente, esse cara selecionava uma criança-alvo (geralmente um menino), vigiava sua casa por um tempo e
tirava fotos instantâneas de la através da janela enquanto dormia. Às vezes, fazia mais. Meu estômago se embrulhou quando a conexão em minha cabeça foi feita.
Na época, era apenas algo da imaginação de uma criança. Em retrospectiva, é a coisa mais assustadora que já ouvi.
Cerca de uma semana antes de que o predador fosse pego, meu filho veio até mim, usando seus pijamas. "Adivinha?", perguntou ele.
"O quê?"
"Não tem mais relâmpagos na minha janela!"
Eu entrei na dele. "Oh, isso é legal. Eles finalmente foram embora, hein?"
"Não! Agora, estão no meu armário!"
Ainda não vi as fotos que a polícia coletou.
7 QUALIDADES QUE DEVE TER PARA SER SATANISTA
QUALIDADES QUE DEVEM TER PARA SEREM SATANISTAS:
Para alcançar Satanás, é preciso ser corajoso, vencendo tabus sociais e religiosos. Devemos tomar o destino de nossas vidas com nossas próprias mãos e seguir o caminho da Adoração aos Deuses do Averno. Este caminho exige pessoas corajosas com atitudes e qualidades muito bem definidas que detalhamos a seguir.
1º - AMBIÇÃO DESENFREADA
Todas as pessoas que buscam a aliança com os Deuses precisam ter uma ambição sem limites, tenham em mente que os limites só existem em nossa imaginação.
Não importa se a nossa ambição nasce de um desejo nobre ou vem de um desejo muito egoísta, tudo é muito válido e bem recebido na Escuridão.
Este nível de ambição funcionará como um combustível inesgotável, que nos permitirá avançar independentemente das complicações ou dificuldades que surjam.
2º - VONTADE DE FERRO
A vontade é essencial, porque uma vez tomada a decisão de fazer aliança com os Deuses, ela sempre nos permitirá ter em mente nossos objetivos.
Ser capaz de dirigir todas as nossas forças e energias superando e superando qualquer obstáculo terrestre. Nunca recuem, nunca se rendam.
3ª - FÉ EM SI MESMO
Esta é uma das qualidades mais importantes na vida do futuro Filho. Uma vez que a fé em si mesmo o levará a confiar, que a sua decisão de fazer aliança é a correta.
Que ter a honra de se tornar um verdadeiro Filho dos Deuses é o caminho que você deve tomar para a sua vida. Este modelo de pessoa é aquele que garante um grande futuro, não importa o que as outras pessoas ao seu redor dizem ou pensam.
4ª - SER NORMAL
Isto é muito fácil, na medida do possível tente ser uma pessoa integrada na sociedade. Esta qualidade é muito importante, manter um perfil baixo não lhe permitirá passar
despercebido. Movam-se e realizem tarefas como dar oferendas ou fazer alguma cerimônia de ação de graças aos Deuses.
O estilo de vida de alguns fanáticos satânicos, que dizem ser "satânicos" deixam muito a desejar, vestem-se disfuncionalmente e atraem muita atenção com seus colares, anéis e piercings exuberantes. O que deve ser alcançado é evitar os olhos preconceituosos da sociedade em cima de nós.
5º - MORALIDADE
A moralidade ou ética de uma pessoa que vai fazer um pacto ou que fez um pacto é praticamente nula em comparação com os parâmetros da sociedade.
O que é respeitado em primeiro lugar são as Leis Satânicas, o Culto aos Deuses e a Honra. É preciso lembrar que é preciso passar despercebido, mas é preciso ter uma ética segundo a sociedade para não gerar conflitos.
No entanto, nossos conceitos de bem e mal, e de justiça com recompensas e punições, serão sempre adaptados aos Deuses.
Nossos atos são garantidos pela Lei Infernal, usamos um duplo padrão como fachada para a sociedade, e só manifestamos nossas ideias com irmãos das Trevas.
6ª - CAPACIDADE DE
Esta é a qualidade que é talvez a mais difícil de ter, e a que só pode ser alcançada com muito trabalho e dedicação. Sem concentração plena e direta, podemos nos perder no caminho da Aliança com os Deuses.
Muitas vezes e durante o treinamento foi necessário ter comunicação com os Deuses (meditação no pentagrama).
Perdemos o foco devido à nossa impaciência e desejo de ver tudo rapidamente. Embora tenhamos ambição, vontade e fé, falhamos se a nossa abordagem for baseada no tempo e pensarmos que tudo tem de encaixar nos horários, como vemos regularmente no mundo todos os dias.
Os Deuses nos medem, nos observam e, quando alguém já está em forma, só então há uma resposta deles. O tempo sempre varia de acordo com a pessoa, a concentração é uma qualidade dourada.
7º - AUTODISCIPLINA
A disciplina é a mãe de todas as qualidades, com a disciplina tudo funciona muito bem e é possível alcançar qualquer objetivo, independente de qualquer tipo de interferência.
O mundo em que vivemos sempre nos oferece distrações, tudo sempre visa reduzir nossa disciplina. Devemos aplicar em nossas vidas uma dose de disciplina ampla o suficiente para cumprir nossa meta de Pacto com os Deuses, e que esse desejo é a única coisa que existe em nossas vidas.
Esta qualidade e a de concentração são sempre fruto de um trabalho árduo.
Estas são as qualidades mais importantes que uma pessoa deve trabalhar para o seu desenvolvimento e evolução pessoal.
É preciso superar preconceitos e tabus sociais, deixar de acreditar em tudo o que as religiões impõem. Julgar com base no que nos é dito é bom e o que é mau é geralmente mentido neste momento.
Tomar as nossas próprias decisões, não mais por imposição ou pressão, mas por nossa própria escolha.
Isto é chamado de "DESAPARECER", o Satanismo oferece exatamente isso, liberdade de expressão, ensinamentos baseados na honra.
Uma pessoa por convênio recebe o verdadeiro conhecimento sobre a realidade espiritual o que se chama a realidade enterram-se todas as fábulas de céu, inferno, purgatório e etc.
Verifica se a realidade incontestável a liberdade também se manifesta pela independência sexual somos seres livres sem preconceito e cheio de conhecimento totalmente evoluindo, a paz a felicidade e o bem estar são o nosso ar de todos os dias.
KARMA E AS 12 LEIS DO RETORNO
As leis do Karma
TAKAHIRO SHIRAISHI O ASSASSINO DO TWITTER
POVOADO DE TANA TORAJA E A CULTURA COM OS MORTOS
Os habitantes da região montanhosa de Tana Toraja, na Indonésia, acreditam que os espíritos das pessoas mortas estão presentes, para sempre, nas casas e nas vidas dos seus ente queridos.
As características e rituais especiais daquele povo motivaram o fotojornalista Claudio Sieber a realizar uma reportagem fotográfica sobre a povoação.
Para aquele povo, a morte é o momento mais importante da vida. A pele e a carne dos mortos começam a ser tratada, logo após partirem.
São tratados como pessoas doentes e nunca como mortos. Comem, bebem e fumam várias vezes por dia. As roupas também são trocadas regularmente.
Mesmo após serem enterrados, é comum voltarem a ser removidos para tomarem banho, serem vestidos novamente e comerem os seus alimentos favoritos. O forte odor dos cadáveres é mascarado com a utilização de plantas secas.
O povo acredita que a preservação de um corpo traz sorte à família. É com base nesta crença que os habitantes de Tana Toraja tentam garantir que todos os que morrem devem permanecem no melhor estado possível.
Os cadáveres são mantidos em camas, embrulhados em cobertores e ficam ali até que seja feito o funeral.
Um funeral digno, para aquela povoação, pode custar entre 700 milhões de rupias indonésias (cerca de 44 mil euros), para os mais pobres, e 3 triliões de rupias (230 mil euros) para os mais ricos.
Muitas vezes acabam por recorrer a empréstimos bancários para oferecer uma última despedida aos familiares.
Os funerais acabam por se tornar numa celebração ao invés de um evento sombrio.
Mesmo após a morte, existe um ritual conhecido como ''Maene - "cuidar dos ancestrais" - em que os mortos são retirados dos túmulos e dos seus caixões.
São limpos e vestidos com roupas novas, levados até às suas antigas casas e em alguns casos levam o cadáver para fumar um cigarro aos locais que mais gostavam.
É nesse ritual que gerações se cruzam e os mais novos podem conhecer os seus antepassados pela primeira vez.
Não se sabe quando começaram exatamente os rituais mas a povoação tem sido cada vez mais um "alvo" de visitas de turistas, curiosos pela tradição e rituais daquela região.
VIRGINIA-TECH O MAIOR MASSACRE NA UNIVERSIDADE
O maior ataque a uma instituição de ensino estadunidense ocorreu em 16 de abril de 2007 no estado da Virginia, Estados Unidos, e deixou um total de 33 mortos e 15 feridos.
O crime chocou o mundo não só pela elevada quantidade de vítimas, mas também pela maneira como foi praticado. Ao que tudo indica, um jovem planejou sozinho, milimetricamente, todo o ataque e conseguiu exterminar dezenas de pessoas em poucas horas.
Com mais um caso de massacre em locais públicos, os Estados Unidos enfrentaram novamente as críticas em relação às liberalidades para adquirir armamento no país.
Além disso, a Universidade da Virginia também foi censurada, pois, além de não dar prévia atenção aos distúrbios psicológicos demonstrados pelo atirador durante o curso, demorou em comunicar os alunos sobre o início dos ataques, que tiveram intervalos de aproximadamente duas horas.
Muitas vidas poderiam ter sido salvas.
O massacre iniciou-se às 7:15 da manhã (horário local), quando o estudante coreano Cho Seung-Hui entrou no alojamento de estudantes West Ambler Johnston Residence Hall e fez disparos contra um homem e uma mulher. Os disparos foram feitos com uma pistola Glock 9 milímetros e outra arma calibre 22.
A polícia foi prontamente chamada e encontrou no alojamento os corpos de Emily Jane Hilscher, de 19 anos e Ryan Clark, de 22 anos.
O atirador não foi localizado e para a polícia, naquele momento ele já estaria bem longe do local do crime.
Cerca de duas horas depois o ataque continuou, o estudante caminhou quase 1 quilômetro dentro do campus da universidade, até chegar ao edifício de engenharia Norris Hall onde fez mais disparos. Desta vez foram 30 mortos e mais de 15 feridos em quatro salas de aula.
A polícia foi chamada por volta das 9:45 e teve dificuldades para entrar no prédio que estava com todas as portas trancadas por correntes pelo lado de dentro.
Ao entrar no local o cenário era assustador: algumas pessoas agonizavam em meio aos corpos caídos no chão. Um deles era o do próprio atirador que após ter feito o massacre se suicidou com um tiro na cabeça.
Segundo relato de alguns sobreviventes o atirador agiu silenciosamente e de maneira determinada. Atirava para matar e quando escutava voz de algum sobrevivente voltava atrás para cumprir com seu objetivo.
Cho Seung-Hui, nasceu 18 de janeiro de 1984 em Seul, na Coréia do Sul e mudou-se para os Estados Unidos com sua família em busca de uma vida melhor quando tinha 8 anos.
Seus pais, Kim Hyang-im e Seung-Tae Cho e sua irmã mais velha, Sun- Kyung Cho passaram a morar em Centreville (na Virgínia) e tinham uma pequena lavanderia. Levavam uma vida
pacata.
O jovem Cho sempre foi reservado, tinha dificuldade em interagir com as pessoas e durante a adolescência foi diagnosticado com graves transtornos de ansiedade e de depressão.
Por este motivo fez tratamentos psicológicos até o penúltimo ano do ensino médio.
Segundo a irmã mais velha, Sun- Kyung Cho, Cho era calado, mas não agressivo “Sempre fomos uma família muito unida, pacífica e carinhosa. Meu irmão era tranquilo e reservado e tentava se integrar. Nunca pensamos que seria capaz de tanta violência”.
Cho ingressou na Universidade de Virgínia para cursar letras e na época do ataque, Cho estava com 23 anos, já estava no último ano do curso. Cho morava na própria universidade, no bloco de dormitórios Harper Hall.
Na universidade Cho apresentou um comportamento estranho ao intimidar colegas de sala para fotografar suas pernas. Além disso, sua professora Nikki Giovanni alega que o expulsou de sua aula em razão de sua postura “ameaçadora” e das poesias escritas com elementos ofensivos e obscenos.
O jovem também incendiou um dos quartos da universidade e era acusado de perseguir colegas de classe.
Lucinda Roy, ex- decana do departamento de inglês, contou ao jornalistas que se espantou com o conteúdo dos textos do jovem e que inclusive alertou a reitoria da universidade
em 2005.
De fato, a universidade sabia do comportamento suspeito do jovem e até a Justiça havia o orientado em 2005 a fazer tratamentos psicológicos. As recomendações foram ignoradas.
O que chama a atenção o fato de um jovem com tantos distúrbios psicológicos ter conseguido adquirir armas e munições sem dificuldades.
Segundo as investigações, Cho adquiriu uma das armas pela internet e outra em uma loja na Virginia.
No caso, ficou clara a falha na verificação dos requisitos para constatar que Cho tinha distúrbios psicológicos e não poderia portar armas.
Esta falha pode ser justificada por um erro na comunicação entre a união e o estado da Virginia.
Nos termos da lei federal uma pessoa não pode adquirir armas se “identificada como mentalmente suspeita” ou “involuntariamente internada em uma instituição de tratamento mental”.
Ao mesmo tempo a lei estadual da Virginia impõe que os “involuntariamente internados” ou definidos como “mentalmente incapazes” serão notificados para o sistema de checagem de antecedentes.
Ou seja, na hipótese de haver alguém diagnosticado com distúrbios mentais na Virginia, o estado deverá alertar o governo para que seu nome conste na “lista federal” de impedidos de adquirir armamento.
Em relação a Cho não se sabe se o seu nome não estava corretamente inserido na lista de impedidos de adquirir armamento bem como nos seus antecedentes ou se o vendedor não fez a checagem de forma correta.
VOCÊ PRECISA DIZER QUE ME AMA! 💀
Eu fiquei apaixonado por você desde o primeiro momento que nós conversamos.
Você não notou os meus olhares e não percebeu as minhas intenções, pareceu tão inocente...
Acreditou que eu queria ser o seu amigo, por causa das várias horas que eu me dediquei a você, escutando as suas baboseiras e os seus desabafos.
Eu fiz uma promessa: teria você só para mim, para todo o sempre, mesmo antes de falar que eu te amo. Bastou apenas contar as minhas pretensões, e você me desprezou, deixou-me de lado e me largou como se eu fosse uma coisa descartável. Logo me substituiu por outro cara, mais outro e mais outro...
Puta que pariu! Não deveria ter acabado assim... A única coisa que podia fazer, era juntar raiva e rancor devido ao amor que você arrancou do meu peito.
Eu não suportava mais viver, nem respirar, sabendo que eu não posso ter você e, ainda por cima, sabendo que você terá o coração de vários outros caras.
Tive uma vantagem em saber os seus horários e saber as coisas que você fazia. Sabia até os amigos que iriam sentir a sua falta e os que não sentiriam. Então, eu precisei apenas esperar você chegar em casa...
Antes mesmo que fechasse a porta, após entrar em seu imóvel, eu lhe surpreendi colocando um produto químico e tampando a sua boca e o seu nariz. Você logo apagou.
Agora, você é toda minha... Está comigo, mesmo que pareça triste e chore todas as manhãs, pedindo para que eu a deixe ir embora.
Você nunca vai sair daqui! Eu irei te dar amor e atenção, e você terá que me aguentar.
Pretendo cortar o seu corpo e torturar você, se possível, 24 horas por dia, até que dê um sorriso para mim e diga que me ama.
Todas as noites, eu escuto você chorando, escuto também o barulho das correntes em seus pés.
Eu sei que você foi feita para mim, para mais ninguém! A única coisa que eu peço, é que diga que me ama, mas você sempre nega!
Então, eu preciso bater em você cada vez mais forte, machucar o seu corpo e desfigurar sua cara para que diga o quanto eu sou importante em sua vida.
Você continua cuspindo em meu rosto e falando que tem nojo de mim, fica me chamando de doente, psicopata e nojento.
Infelizmente, eu preciso te machucar cada vez mais forte para que veja que o nosso amor não tem fronteiras e que você está sendo cega, porque ninguém vai te amar como
eu te amo.
Faz alguns dias que você está sentada no mesmo lugar, tenta evitar comer e beber água, mas o seu instinto de sobrevivência fala mais alto.
O chão está com uma cor marrom por conta do sangue e da urina. Você está ficando cada vez pior, mas eu sempre ignorei os seus defeitos...
Não importa o quanto esteja horrível, devido às agressões, eu sempre vou te amar.
Eu só preciso que você fale que me ama.
INFORTÚNIO DO MEU SOSSEGO PSICOPATA! (+16)
Os corpos no porão de minha casa estão começando a feder. Um ou três não inalavam esse cheiro tão podre. Talvez sejam as dezenas de cadáveres que estão deixando aquele lugar com um cheiro insuportável, e com isso, não posso mais pisar lá embaixo para que o meu sapato de grife não fique contaminado.
À minha beleza, não tem igual. Eu sou a coisa mais perfeita do mundo, não existe outro homem ou qualquer ser humano que ultrapasse minha perfeição. Fico horas no espelho admirando o magnífico que é refletido pelo vidro.
Há um pequeno corte próximo à minha bochecha, não muito chamativo; foi a vadia que matei em um beco escuro.
No momento em que pressionava as minhas mãos em seu pescoço, ela colocou o seu dedo em meu rosto para tentar me empurrar, mas não adiantou nada, apenas danificou minha beleza.
A rua que habito é calma: moram pessoas de classe média-alta.
A maioria, aqui, são velhos aposentados. Até o momento, tudo estava nos conformes e parecia um mar de rosas.
Porém, tudo mudou quando chegou um dia, o maldito dia em que uma pessoa veio morar próxima a mim e à minha casa.
Costumo escutar músicas clássicas de Beethoven, mas a maldita velha colocava canções horríveis.
A música sempre invadia a minha residência e incomodava o meu sossego. Hoje, amanheci de mau humor.
O meu gramado está sempre perfeito, cortado na medida, e nada deixo cair naquele lugar para que continue adequado.
Essa manhã, eu notei que a droga do cachorro da velha entrou em meu quintal e fez cocô em meu gramado.
Senti um ódio tão grande que poderia voar em cima daquele animal e apertar seu pescoço até que minhas mãos quebrassem os seus ossos. Contive-me por causa das pessoas que estavam ali próximas.
O meu carro de luxo fica estacionado próximo à porta de minha garagem. Costumo deixá-lo ao lado de fora para que seja apreciado por outras pessoas.
Tudo estava bem, até que a velha reclamou e disse que meu carro atrapalhava quando ela precisava subir a calçada.
Poderia simplesmente mandá-la ir para aquele lugar, mas as outras pessoas na rua acharam que eu devesse tirar o carro daquele local. Isso me deixou enfurecido.
Cheguei a trincar os meus dentes, fazendo com que sangue corresse em minha boca.
Fazia dias que não matava uma pessoa, pois estava controlando esse comportamento.
Esse vício, a sede de ceifar uma vida... Aquela velha tinha que morrer, não estava mais suportando observar o seu sorriso, não aguentava mais aquele maldito cachorro latindo a noite toda.
Meu psiquiatra achou que estava em momentos de estresse, mas é óbvio que ele não sabia que eu era um assassino e queria muito ver aquela velha morta, esticada ao chão, com todas as tripas para fora.
Estou atrasado para ir trabalhar, a empresa está muito estressante esses dias.
Pego meu carro para chegar até o meu trabalho, mas, antes, precisava comprar uma pastilha de menta, o que faz com que eu passe o dia com aquele sabor em minha boca.
Aquele gosto me deixa calmo. Peguei o produto e entrei na fila. Havia três pessoas em minha frente.
Quando finalmente chegou a minha vez, peguei a nota para pagar e a velha atravessou a minha frente.
Aquela maldita velha disse que eu estava na fila preferencial.
Minhas mãos ficaram trêmulas e comecei a suar! Eu estava lutando comigo para não fazer nada.
Após pagar, ela saiu. Isso não poderia ficar assim!
São 2:30 da madrugada.
Coloquei um terno elegante, meu predileto. Eu sempre o uso para ocasiões especiais, e essa, com certeza, é uma delas.
Olhei para um canto de minha casa onde havia algumas ferramentas: um pé-de-cabra, um facão, minha serra elétrica, entre outros objetos que costumava usar.
Queria fazer bem mais que um estrago... Queria destroçar o corpo de alguém.
Peguei o machado, essa é a terceira vez que o uso. Sei bem como o seu estrago é extraordinário.
Saí de minha casa e caminhei um pouco, até que cheguei à residência vizinha. A porta estava aberta.
Quando entrei no imóvel, aquele maldito cachorro apareceu latindo.
Eu simplesmente comecei a pisar no animal, esmagando o crânio daquele infeliz.
O barulho do animal agonizando e morrendo no próprio sangue era como uma música clássica entrando em meus ouvidos.
Nenhum sexo me deu tanto prazer quanto aquele momento magnífico. Comecei a caminhar na casa e fui entrando em todos os cômodos para tentar encontrar minha vítima.
Cheguei a um quarto e, quando abri a porta, vi aquela maldita velha, de joelhos, rezando para uma imagem de Jesus Cristo.
Ela virou o rosto na mesma medida em que sentiu minha presença no lugar.
— Olá, meu filho. O que você faz aqui? Precisa de ajuda? O que faz segurando esse machado nas mãos...? Você está bem?
Nesse momento, minha consciência se apagou e o machado ficou pesado em minhas mãos. Corri em direção à velha e dei-lhe um golpe, o que fez com que caísse ao chão.
Nesta ocasião, eu já não podia mais controlar os meus braços e o instinto violento, querendo sangue, dominou o meu corpo.
Continuei dando vários golpes no corpo daquela velha e, mesmo após ter morrido, continuei dando golpes e mais golpes, até que seu corpo ficou despedaçado.
O sangue ficou espalhado: pedaços das pernas, braços e a cabeça decepada fizeram com que meu coração batesse de felicidade.
Senti como se houvesse matado um inseto que incomodava as minhas noites de sono.
E aquele momento foi de sossego porque, finalmente, o infortúnio acabou e aquela velha não ia mais me incomodar.
FONTE: Terror Amino
NUNCA VIRE AS COSTAS PARA MIM (Creepypasta)
Eu vivo em um apartamento numa cidade moderadamente grande. Moro no último andar de um prédio de 5 andares, e meu apartamento é um dormitório com uma enorme sala de estar com grandes janelas em direção à rua e ao prédio do outro lado.
Aquele prédio tem um pequeno estacionamento na frente, por isso ele não muito próximo à minha janela (o que é bom, já que eu gosto de ter minha privacidade).
Sendo uma coruja da noite, gosto muito de ficar acordado até tarde da madrugada com meu notebook. Às vezes, eu espreito pela janela do prédio em frente, à procura de janelas iluminadas, perguntando se alguém por lá também era tão coruja quanto eu. No entanto, ontem à noite, eu queria não ter feito isso.
Tenho o costume de me sentar com meu notebook em frente às janelas.
Ao longo das últimas noites que passaram, eu conseguia enxergar pelo canto de meu olho uma janela escassamente iluminada no prédio do outro lado, e dentro dela, algum tipo de movimentação constante.
Ontem à noite, minha curiosidade ultrapassou meu bom-senso, então desliguei meu notebook e fui direto à janela para conferir o que se passava lá.
Certamente, eu pude ver alguém acenando para mim,
mas apenas isso. A janela estava mal iluminada, mas eu podia definitivamente ver algum movimento.
Pensei sobre isso por um segundo, e então fui buscar um par de binóculos. Depois de uma pequena procura, encontrei um par e voltei para a janela para dar uma olhada melhor na misteriosa janela.
Ao localizar a janela, pude dar uma melhor olhada no que se passava por lá. Parecia ser uma pessoa, iluminada por uma vela.
Eu não consegui ver o rosto da pessoa, mas vi que ele estava acenando. Para mim, aparentemente, porque depois que eu consegui olhar pra ele com meus binóculos, ele parou de acenar por um segundo e, em seguida, apontou para mim. Eu senti um calafrio descer a minha espinha....Isso foi muito assustador.
Ele apontou para mim, e então, fez um movimento circular com o dedo. Ele continuou fazendo durante um tempo, até que eu percebi que ele estava sinalizando porque queria que eu me virasse.
Reagindo por instinto, eu rapidamente me virei como se estivesse esperando por instinto que algo
pulasse pra cima de mim.
Não havia nada além da escuridão, obviamente, então eu apenas ri para mim mesmo e voltei para a janela com meus binóculos em mãos, apenas para encontrá-la vazia, exceto pela vela se apagando lentamente.
Nisso, eu pulei pra trás e deixei cair os binóculos no chão, o barulho do impacto fazendo com que eu me assustasse ainda mais.
"Mas... que... porra...?", pensei, mas logo em seguida, voltei aos meus sentidos e fui de volta para o notebook.
Coloquei uma música para me acalmar e naveguei um pouco mais na internet, até que olhei para a hora e vi que já eram quase 4:30 da manhã, e então meu sono começou a vir.
Então coloquei meu notebook em cima da cama, e caminhei através de um pequeno corredor que levava direto para o meu banheiro.
Eu não havia deixado nenhuma luz ligada, mas quando me aproximei do banheiro, notei uma luz piscando do vão debaixo da porta.
Meu corpo congelou. Mesmo que eu tivesse deixado a luz do banheiro ligada, uma lâmpada não produzia aquele tipo de iluminação.
Então caminhei lentamente até a porta, respirei fundo e levemente empurrei a porta. Quando entrei, para meu horror, eu encontrei uma vela deixada em cima da pia, revelando uma mensagem rabiscada no espelho:
"NUNCA VIRE AS COSTAS PARA MIM".
Fonte: Terror Amino
Meu filho matou a irmã a sangue frio aos 13 anos': como é ser mãe de um sociopata
Na adolescência, Charity praticava esportes e era uma boa aluna e atleta, mas começou a apresentar problemas de saúde mental e acabou viciada em drogas.
Só conseguiu deixar o vício aos 18 anos, após pedir ajuda. Foi também nesta época que ela começou a estudar Ecologia Humana em uma universidade — analisando as reações das pessoas ao ambiente que as cerca.
"Desde que me entendo por gente, sou fascinada com o 'porquê de as pessoas fazerem o que fazem'", diz Charity. "Gosto de entender o que mexe com cada um."
O interesse, no entanto, não é só acadêmico. Aos 13 anos, o filho de Charity, Paris, esfaqueou Ella, a irmãzinha de 4 anos, até a morte. O menino foi preso e cumpre pena há 11 anos, mas pode ficar na cadeia até os 50 anos de idade.
A mais recente tragédia na vida de Charity a obrigou a lidar com perguntas dolorosas: como a mãe pode entender que seu filho é um sociopata? É possível sentir amor incondicional em uma situação tão terrível?
"Eu era infeliz. Todo mundo ficava me dizendo 'Se você ficar sóbria, sua vida vai melhorar muito'. Mas não melhorava de jeito nenhum! Porque toda a dor que eu estava encobrindo com as drogas vinha à tona."
Depois de ficar "careta" e infeliz por quase um ano, Charity se deu três meses para tomar uma decisão.
"Eu sei que é um pensamento adolescente, mas decidi que, se não conseguisse encontrar a felicidade até lá, acabou. Chega de viver essa vida."
Foi então que Charity descobriu que estava grávida, "e isso mudou tudo".
"Acho que nunca amei alguém tão intensamente quanto aquela criança crescendo em mim."
Paris nasceu em 10 de outubro de 1993, 16 dias antes de Charity completar 20 anos: 'Acho que nunca amei alguém tão intensamente'
Charity batizou o bebê com o nome do mitológico príncipe grego Paris.
Nem tudo melhorou da noite para o dia, mas ser mãe a motivou a levar uma vida melhor — pelo filho.
Nove anos mais, ela engravidou novamente. Desta vez, teve uma menina, Ella.
Ella era um bebê que não dava muito trabalho. "A maior diferença entre eles era que Paris era mais introvertido e tímido, enquanto Ella era uma pimentinha, muito levada! Era extrovertida, teimosa e determinada."
As duas crianças se davam bem. "Paris parecia realmente amar muito Ella. E Ella adorava Paris."
'Sem motivo para preocupação'
"Paris era um bom menino, muito calmo na maior parte do tempo. Tinha horas que dava trabalho, como toda criança, mas não posso dizer que fosse algo que me causasse grande preocupação."
Charity é categórica ao dizer que o menino nunca lhe deu dor de cabeça naquela época.
"Quer dizer, olhando para trás, algumas coisas que ele fez poderiam ter sido sinais de alerta, mas na hora que acontecem você pensa: 'Tudo bem, é coisa de criança'."
Mas a vida da família não era nenhum mar de rosas.
Charity conseguiu ficar longe das drogas por muitos anos, mas não escapou totalmente do vício.
Durante seis meses, quando o menino tinha 12 anos e a filha, 3, ela teve uma recaída com cocaína.
"Foi um período muito difícil mesmo. Eu não deixava de cuidar das crianças, mas obviamente estava com problemas e vivia alterada. Paris assumiu a responsabilidade e passou a cuidar mais de Ella."
Charity diz que ainda desempenhava seu papel de mãe, mas que foi difícil para o filho perceber que os pais são "falíveis, humanos e cometem erros". "Acho que foi muito doloroso para Paris."
Enquanto a filha tentava consolá-la com um abraço, "ele ficava muito zangado comigo".
As crianças pareciam se dar bem, mas um incidente na fazenda da mãe de Charity mostrou um lado diferente de Paris.
Os dois brincavam do lado de fora com uma parente quando tiveram uma briga boba, que acabou se agravando.
Enquanto Charity acalmava as garotas, Paris pegou uma faca na cozinha e fugiu.
Quando ela o encontrou, ele estava agitado, irritado, soluçando e fazendo ameaças.
"A reação dele foi completamente desproporcional... ele disse que ia se ferir com a faca se eu me aproximasse."
Ele ficou no hospital por mais de uma semana, mas nenhum médico descobriu se havia algo de errado com ele. Então, Charity o levou para casa.
"Muita gente pode dizer: 'Isso foi um indício de que ele estava fadado a ser violento', mas eu não achava isso na época. Eu sabia que Paris tinha ficado abalado com a minha recaída e com o que eu tinha feito com a nossa família."
Em 2005, Charity estava sóbria de novo, e a vida tinha voltado ao normal.
"Não posso negar que esse fim de semana foi estressante. Tivemos discussões."
Charity havia voltado a estudar e estava trabalhando meio expediente como garçonete. Por isso, passava menos tempo em casa.
Ao sair para o trabalho naquele dia, o clima em casa estava tenso — mas não é incomum adolescentes ficarem irritados com os pais.
Charity se lembra de se despedir das crianças quando a babá chegou.
"Ella era uma criança muito tranquila, não tinha problema em se separar de mim, mas justamente naquele dia ficou dizendo: 'Só mais um abraço, mamãe, só mais um beijo'. Ela disse isso várias vezes, e eu estava atrasada para o trabalho."
Charity também deu um abraço em Paris e disse a ele: "Você sabe que eu te amo. Nós passamos por coisas bem piores que isso e vamos superar isso também".
Então saiu para trabalhar.Mas, dois anos depois, no fim de semana de 4 de fevereiro de 2007, tudo mudou.
"Pouco depois da meia-noite, quando estávamos fechando o restaurante, chegou a polícia e me disse: 'Charity, precisamos conversar com você. Sua filha foi ferida'."
Os policiais disseram que ela estava em casa, mas Charity não entendia por que não a tinham levado ao hospital se estava ferida.
Então, um deles disse: "Ella está morta".
"Aquela frase mudou a minha vida", lembra Charity.
Ela desmaiou. Quando acordou, perguntou: "Onde está Paris? Ele está bem?"
"Sim, ele está bem. Está conosco."
"O que você quer dizer com 'ele está com vocês?'"
E foi quando contaram a ela — Paris havia matado a irmã.
"E aí nada mais fez sentido."
Paris tinha convencido a babá a ir para casa antes que a mãe voltasse.
Ele entrou no quarto de Ella, bateu nela, a sufocou e a apunhalou 17 vezes com uma faca de cozinha.
Paris então ligou para um amigo e conversou com ele durante seis minutos antes de telefonar para o 911, o número de emergência local.
Eles lhe disseram como prestar primeiros socorros, e ele disse que estava tentando.
Mas a investigação indica que ele não tentou ressuscitar Ella.
"Digo às pessoas que, quando ouvi que Ella estava morta, me parti em um bilhão de pedaços", diz Charity.
"Quando descobri que tinha sido o Paris foi como se alguém tivesse pegado esses pedaços e quebrado tudo de novo."
No final daquela noite, Charity se sentiu destruída.
"Eu não achava que conseguiria me reerguer, sabe? Eu só queria morrer... Mas não podia. Ainda tinha o Paris."
No dia seguinte, Charity foi ver Paris. "Ele não disse nada no início."
"Eu estava acabada. Não conseguia me acalmar, mas quando finalmente me deixaram naquela sala, a primeira coisa que senti foi: 'Estou tão feliz de ver meu filho'".
"Simplesmente abracei ele, com toda minha força. Eu chorava e o apertava. Precisava sentir que ele estava realmente lá, que estava bem...mas aí comecei a perceber que ele não estava me abraçando de volta ".
"Ele não demonstrava sentimento."
Charity diz que o rapaz parecia estar apenas com o corpo presente.
Ela deu um passo para trás e olhou para ele: "Eu não vi nada lá. Na cara dele, nos olhos... nada!"
"Nós nos sentamos, ele me olhou e disse: 'O que você vai fazer agora?'"
"O que você quer dizer?", perguntou Charity.
"Você sempre dizia que se alguém machucasse seus filhos você seria capaz de matar essa pessoa — então o que você vai fazer agora?", perguntou.
"Ele não estava me perguntando com medo. Era mais como um desafio."
"Foi a primeira vez que vi que tinha alguma coisa diferente no Paris. Eu sabia que ele estava com raiva, mas aquilo não era só raiva. Aquilo era sinistro."
Paris dissera à polícia que estava dormindo e que, ao acordar, viu que Ella tinha se transformado em um demônio em chamas.
Então, ele teria pegado a faca e tentado matar o "demônio".
Nos primeiros três meses, Charity realmente tentou acreditar em Paris.
Ela queria acreditar que o filho estivesse doente. "E ele estava, mas eu queria acreditar que fosse um outro tipo de doença."
"Eu olhei para ele e disse: 'Prometo a você agora a mesma coisa que prometi no dia em que você nasceu. Eu realmente não sei como ser sua mãe, mas vou ser mãe da melhor forma que puder e vou te amar não importa o que aconteça."
"Eu queria que Paris soubesse que meu amor era incondicional."
O garoto ficou não esboçou reação durante muito tempo. E, quando reagiu, foi assustador.
Se Paris já tivesse 18 anos na época do crime, estaria sujeito à pena de morte
O comportamento dele se transformou depois que foi preso. Ele se tornou mais violento, e novas evidências foram descobertas: um perturbador histórico de buscas na internet e os detalhes horríveis de como matou Ella.
Em 2007, Paris recebeu uma sentença de 40 anos de prisão pelo assassinato, e Charity aceitou que aquilo não havia sido um acidente ou resultado de uma psicose temporária — o jovem realmente quis matar a irmã.
Os pensamentos de Charity foram de "meu Deus, quem é essa criança?" até perceber "quem ele realmente era, que ele era 100% capaz de fazer o que fez. Eu acho que chorei sem parar durante meses".
Ela perdeu 15kg em 13 dias, desenvolveu gagueira... Ficou arrasada.
Charity se lembra de implorar ao filho em uma visita: "Paris, me ajude a entender. Estou tentando tanto entender, para poder te ajudar".
Mas, em vez de falar, "ele simplesmente me olhou e começou a rir. Foi uma risada realmente maldosa. E depois ele disse: 'Sabe mãe, todo mundo sabe, você foi muito estúpida. Todos esses anos, todos me achando inteligente, bonito e artístico... Todo mundo errado'. "
"Ele não era mais Paris."
Por que Charity ainda visita o filho
Muitos amigos disseram a Charity que não conseguiam entender por que ou como ela ainda visitava Paris, "mas eu nunca, nunca, deixei de amar meu filho".
Nove meses entre o assassinato de Ella e a condenação de Paris.
"Essa é provavelmente a experiência mais surreal e desconexa da minha vida. É mais dolorosa do que qualquer coisa que vivi depois de adulta".
Quando Charity declarou seu amor incondicional ao filho, o fez com sinceridade — mas isso não significa que não tivesse medo.
Isso porque descobriu que Paris também tinha planejado matá-la.
"Parte da razão de ele ter me deixado viver é que, depois que matou Ella, percebeu que eu sofreria mais se ficasse viva."
"Se ele me matasse, eu sofreria por 15 ou 20 minutos. Mas depois tudo estaria acabado, eu ainda estaria com Ella e ele, sozinho."
Charity sabe de tudo isso, porque ouviu do próprio Paris quando ele completou 15 anos.
Ela ouviu repreensões, insultos e ameaças de alguns amigos e até de conhecidos.
Um dia, foi abordada no supermercado por uma pessoa que lhe disse: "Você é a mulher que criou aquele menino que assassinou a irmã".
Mas ela se sente culpada? "Sim e não. Sei que minha recaída contribuiu para deixar Paris com raiva. Mas também acredito firmemente que grande parte do que está por trás dessa personalidade é genética."
A mãe tampouco perdoa o filho: "Ainda acredito que ele poderia ter feito outra escolha. Todos temos o poder de decidir. Teria sido outra coisa se Paris sofresse de esquizofrenia ou de um terrível transtorno e tivesse sido verdadeiramente incapaz de tomar outra decisão".
"Mas esse não é o tipo de transtorno que ele tem: ele é muito frio, muito calculista, muito inteligente... (Matar a irmã) não foi uma decisão por impulso. Ele me disse que escolheu conscientemente Ella porque sabia que isso causaria um dano maior."
"O garoto é um sociopata, sem dúvida."
Sociopata é o termo usado para designar pessoas com uma forma extrema de transtorno de personalidade antissocial.
Não se sabe ao certo por que alguns desenvolvem o transtorno, mas acredita-se que tanto a genética quanto experiências traumáticas da infância contribuam.
Para Charity, foram necessários três anos até conseguir aceitar este diagnóstico, que foi dado várias vezes.
"Os elementos mais marcantes (que vejo) são o desprezo pelas normas e regras sociais e uma completa falta de remorso — eles não são fisiologicamente capazes de sentir os instintos ou reações que a maioria de nós tem. Todas as suas emoções são extremamente superficiais", descreve ela.
"Isso, junto com narcisismo, torna a pessoa extremamente desagradável a maior parte do tempo."
"Ele diz: 'Sei que em algum lugar dentro de mim deve existir uma gaveta que eu possa abrir; e toda a culpa, remorso e angústia sobre o que fiz com Ella vai estar lá. Mas quando eu abro a gaveta, não tem nada lá dentro. Apenas esqueci'. Ele simplesmente não sente isso".
Mas como é ser mãe de um sociopata?
"Quando você aceita, ganha uma sensação de serenidade. Não estou totalmente em paz com o fato de meu filho ser um sociopata, mas parei de lutar contra essa ideia."
"Em vez de fazer isso, me concentro mais na ideia de que sei quem sou. Sei que não criei meu filho desse jeito, mas não vou dar as costas a ele por ele ser do jeito que é."
Para ajudar os outros a entenderem, Charity usa a mesma analogia que a ajudou a lidar com a condição do filho. "Paris é um predador", como um tubarão, diz ela.
"Se sou um surfista numa prancha e um tubarão morde minha perna, vou me machucar e minha vida nunca mais será a mesma. Mas não vou passar o resto da minha vida odiando o tubarão por ser um tubarão."
Charity criou uma fundação chamada ELLA, onde as letras do nome da filha também significam, em inglês, Empatia, Amor, Lições e Ação.
A ELLA Foundation (charity@ellafound.org) tem como objetivo ajudar vítimas de crimes violentos, bem como aqueles afetados por doenças mentais ou pelo sistema criminal.
Em um vídeo publicado no site da Fundação, em que conta sua história, Charity comenta que Paris e Ella foram frutos de diferentes relacionamentos e tiveram pais ausentes - e com transtornos.
Dois anos após o nascimento de Paris, ela descobriu que o pai dele tinha esquizofrenia do tipo paranoica, caracterizada, por exemplo, pela presença de ideias freqüentemente de perseguição, em geral acompanhadas de alucinações.
"Ele sempre foi um homem incrível, sempre pagou pensão alimentícia, mas ele não era problema nosso, esse é o meu ponto. Ele não estava lá (conosco), mas nem sempre é melhor que eles (os pais) estejam lá", diz ela.
Ela teve outro relacionamento depois e casou quando Paris estava com sete anos de idade. Só depois do casamento descobriu que o marido era alcóolatra. Era o pai de Ella. "Ele não melhorou. Então me separei e me divorciei quando minha filha nasceu".
Phoenix
Em 2013, seis anos após o assassinato de Ella, Charity teve outro filho.
Um menino que chamou de Phoenix, porque "a fênix renasce das cinzas de sua própria destruição. Achei que seria perfeito".
Em outro depoimento publicado no site Good Housekeeping ela conta que conheceu o pai dele após a morte da filha, mas que "ele já não é parte da nossa vida". "Agora somos só Phoenix e eu".
"Amo a vida de novo"
"O que aconteceu com Paris, Ella e eu, não é tudo o que eu sou. Agora eu tenho uma vida com Phoenix, e eu amo a vida de novo."
Paris ainda está na prisão no Texas e tem quase 25 anos de idade. Ele pode ser libertado em 2047, aos 50 anos.
Charity continuou visitando e conversando com ele ao telefone, mas sua futura liberação causa apreensão.
"Eu não gosto da ideia, principalmente por causa do medo. Ele não vai mudar. Ele não mudou muito desde os 13 anos de idade."
Ela também se preocupa com a segurança de Phoenix.
"Espero que Paris tenha que cumprir o máximo possível de sua sentença, porque quero garantir que Phoenix tenha o máximo de tempo possível — e a capacidade de crescer o mais forte possível — considerando a possibilidade, mesmo que remota, de Paris pensar em fazer algo assim com a gente novamente".
Fonte:BBC














