FRUTO PODRE

| segunda-feira, 12 de novembro de 2018 | 0 Comments |

Eles habitam em minha mente. Sinto-os caminhando. 

Assim como parasitas, tomam conta de meu corpo. 

Não posso fazer nada em relação a isso.

Já tentei terapias, apelos religiosos, porém foi tudo em vão. 

Assim como a minha supérflua existência.

Não param de sussurrar, falam sobre inferno e o quão bom é torturar almas em prol de Satã. Dizem também que serei o rei do inferno, e nesse dia, entenderei o motivo de minha até então inútil existência. 

Nunca fui religioso, o que o medo pode fazer não é mesmo!?

Acordo constantemente assutado, sinto-os observando-me. 

Tanto presencialmente, quanto espiritualmente. Quantas vezes chorei de medo, não deles, 
e sim de o que viria após a morte. 

O fim? Creio que não. Satã tem planos para mim. Ele me fará de sua cobaia, provavelmente por toda a eternidade. Como fui tolo em pensar que só havia o mal. Haha!

Tarde demais. Minhas blasfêmias destruíram qualquer chance de perdão divina. 

Deus, deve estar arrependido de ter gerado um fruto tão podre e asqueroso. 

O quão ingrato um único ser pode ser, é algo surreal. O que me resta agora é queimar por toda a eternidade em meus erros e escolhas precipitadas.

Fonte: Amino Terror

SENSAÇÕES

| sexta-feira, 5 de outubro de 2018 | 0 Comments |

Não recordo-me de quando, ou o porquê de estar assim. Sei apenas que é Glorioso! 
A arte de não se importar. 

Quando meu irmão morreu afogado, foi sem dúvidas um dos melhores dias de minha vida. Porém não superou a morte de minha namorada. 

Adorei vê-la ser atropelada por um caminhão. 

Digamos que eu a empurrei. Hahahaha! Em fração de segundos um corpo saudável, ficou irreconhecível e despedaçado.

Seu sangue banhou-me e com isso renasci. O gosto da morte em meus lábios, sua carne já sem vida em minhas vestes. 

Confesso que não consegui conter a felicidade. 

Nessa noite não dormi. A primeira coisa que fiz, vou guardar minha roupa e destacá-la em um local, para que todos os dias, pudesse relembrar daquele momento.

Fiquei fissurado em obter novamente essa sensação. 

Decidi então, matar minha mãe. Ah, não fique espantado. Aquela velha inútil, nem andava, era eu quem tinha de cuidá-la. 

A deixava viver apenas pelo dinheiro, mas fortuna nenhuma compra essa sensação, de morte.

Pego um estilete, já antigo, contudo bem afiado. Entro em seu quarto, ela encontra-se assistindo televisão.

-Olá, genitora imunda. Chegou o dia do seu fim. Se gritar, será pior. Farei com que sofra, saco de fezes.

-Filho!? O que fará? Depois de tudo o que fiz por você. Cuidei de você sozinha, fui eu quem te colocou no mundo!

- Eu nunca pedi tal mordomia, muito menos que me gerasse. Sempre fui o patinho feio da família, e agora, farei jus ao meu nome. Adeus, Velha!

Corro em sua direção, espeto diversas vezes a sua garganta. Ela ainda resiste, mas logo cala-se, quando arranco sua cabeça.

Incrível! É algo esplêndido! Não sabia que sairia tanto sangue! HAHAHA! Soa como chuva para mim.

Não consigo conter a gratidão por senti-la novamente, o gosto da morte! É a melhor coisa que já presenciei. 

Escuto pessoas subindo as escadas em direção ao apartamento. Elas começam a bater na porta pedindo para abri-la. 

Sei que apodrecerei em uma cela. Então decido acabar de vez com isso e fazer parte da sensação mortal.

Fonte: Terror Amino.

Vocês sabiam que uma pessoa normal carrega cerca de 5 litros e meio de sangue ?

| terça-feira, 2 de outubro de 2018 | 0 Comments |


- Vocês sabiam que uma pessoa normal carrega cerca de 5 litros e meio de sangue?" 

Uma garota em nossa mesa olhou-o com nojo, depois desviou o olhar.
Robert era um garoto bem estranho. 

Nenhum de nós éramos amigos dele, e não prestávamos atenção nele, então foi uma surpresa ver o seu eu seboso sentado em nossa mesa. 

Sua franja não lavada cobria a testa, mas uma camada grossa de acne ainda era visível. Seus pequenos óculos meia-lua faziam seus olhos parecerem estar prestes a pular de seu crânio.

- Pode sentar em outro lugar?" Um dos meninos falou, e outro deu uma risadinha da grosseria. Robert fedia a merda. 

Era pior ainda por estar sentado bem na minha frente. Se levantou e deu uma risada, como se fosse um de nós. Ele não era um de nós.

Achamos que esse era o fim do problema, e ninguém voltou a pensar em sua existência, até que Robert se sentou de novo conosco no dia seguinte. 

- Vocês sabiam que demora entre um à três minutos para alguém morrer por uma facada?" Então apontou para uma menina no outro lado da mesa. 

- Você morreria mais rápido." Riu constrangedoramente e todo mundo ficou se entreolhando, confusos. "Vá se foder," um dos caras disse. "Você é tão estranho, vaza daqui." 

Robert só o encarou, então começou a falar de novo. "Tá com medo?" se levantou, e saiu.

Contei para um dos guardinhas sobre o que Robert continuava a falar, e falaram que ele não faria mais almoço ali. Mas, surpresa, surpresa! Robert voltou no dia seguinte. 

- Você sabi-" e foi derrubado de seu banco por um dos meninos. Seu corpo arredondado caiu no chão e seus óculos quebraram com o impacto. 

Ninguém se levantou para ajudar Robert, nem as pessoas sentadas na outra mesa. Todos sabiam que ele era totalmente bizarro.

Robert se levantou novamente, seu nariz sangrando que nem uma torneira aberta. 

- Voooooooocê nããão poooode meeee machucaaaar! Falou engasgadamente. 

O cara meteu outro soco nele, empurrando para longe do banco. 
Ele cambaleou para trás e caiu em outra mesa. Se levantou, as roupas sujas de comida, e saiu rapidamente do refeitório.

Não me senti mal por ele nem por um segundo, e todo mundo achou que ele voltaria comprando briga. 
Trocamos de mesa, indo para o fundo do refeitório, e esperamos. Robert entrou, e imediatamente começou a andar em direção da nossa nova mesa. 

Puta que pariu. Foi um plano idiota, mas achamos que talvez fosse funcionar.

-Vocês sabiam que a atividade cerebral continua funcionando até dez minutos depois da morte?" disse, e então apontou novamente para uma das meninas. 

- Eu sorriria para você durante esses dez minutos". 

Um dos caras se levantou e disse, ''Você sabia que eu vou te matar na porrada se você falar mais uma merda dessas?" Robert deu um passo pra trás e riu. 

- Eu vou te matar, seu merda!" ele gritou, e o cara pulou por cima da mesa.
 A cara de Robert estava contra o chão dez segundos depois.

Todos nós esperamos e rezamos para que esse fosse o fim do Robert, e felizmente foi. 
Uma semana depois disso, uma menina de 14 anos chamada Samantha foi retirada de um rio. 

Todas as evidências diziam que Robert era o assassino. A vida seguiu sem aquele ser humano bizarro indo em nossa mesa. Mas no final do dia, tínhamos que dar o crédito a quem merece.

Realmente demorou entre um a três minutos para Samantha morrer quando nós a matamos.

O MAL CHEIRO

| sábado, 8 de setembro de 2018 | 0 Comments |

Uma família dirigia em direção à capital para passar as férias, como já estava anoitecendo, resolveram parar e descansar em um hotel barato. 

Eles reservaram dois quartos, um para o marido e sua esposa e um para seus filhos, que era um menino e uma menina.

Quando chegaram ao quarto ambos sentiram um mau odor. O marido chama na recepção e fala com o gerente. 

Ele explicou que o quarto cheirava muito mal e eles gostariam de outra suíte. 

O gerente pediu desculpas e disse ao homem que todos estavam reservados devido a uma convenção,mas enviaria uma empregada até seu quarto para limpar e tentar se livrar
do odor.

Após a janta, a família voltou para seus quartos. Quando as crianças entraram no quarto, sentiram o mesmo odor. 

Mais uma vez, seu pai chama na recepção e disse ao gerente que o quarto ainda cheirava muito mal. O gerente disse ao homem que não havia nada que pudesse fazer.

Assim, as crianças tiveram que passar a noite no quarto. A menina e o menino segurou o nariz, tentando não respirar o fedor. 

Então, tiveram que dormir e pela manhã, seus pais estavam batendo na porta para acordá-los.

Quando descem na recepção viu que uns hóspedes estavam procurando a origem desse mau cheiro e a família resolve 
ajudar. 

Então, começaram a procurar por todo o lugar, nas toalhas, cortinas, e até no tapete. As crianças ajudaram também, verificaram os lençóis da cama o colchão. 

Mas quando o menino puxou o colchão da cama, ele viu que havia um grande buraco no box. Ele olhou para baixo na base da cama e ficou cara a cara com uma visão horrível.

Lá, deitado enrolado dentro da base era o corpo de uma mulher. 

O menino percebeu que ele tinha dormido toda a noite apenas algumas polegadas de distância 
de um cadáver em decomposição.

A noiva da mata (Lenda Urbana)

| terça-feira, 21 de agosto de 2018 | 0 Comments |

Esta é uma lenda urbana brasileira, que conta a história de um casal de namorados que mantinha seu relacionamento sem o consentimento das respectivas famílias.

Após um bom tempo de namoro, este casal decidiu que iriam se casar com ou sem a permissão de seus familiares.

Decididos e empenhados em juntarem suas vidas, eles iniciaram os preparativos do casamento em uma cidade próxima a que eles habitavam.

Moravam em uma cidade chamada Palestina, e foram até São José do Rio Preto para realizarem a cerimônia. Ambas cidades do estado de São Paulo.

Após tudo preparado, convidados devidamente avisados e até a família comunicada, o grande dia chegou.

No dia do casamento, a família da noiva conseguiu convencê-la a se preparar na cidade de origem, Palestina. Como São José do Rio Preto estava a aproximadamente 50 km da igreja em que se casariam, a noiva aceitou.

Duas horas antes do início da cerimônia a noiva e a família partiram em direção à igreja em um carro alugado.

Ao pegarem a estrada, misteriosamente o carro para. O motorista desce para ver o que tinha acontecido e a noiva o acompanha, pois estava muito nervosa e ansiosa, afinal de contas, seu casamento ocorreria em instantes.

Por uma infelicidade do destino, um motorista vindo na direção contrária perde o controle ao tentar desviar de um animal na pista e acaba atingindo a noiva, que acaba morrendo no local.

Naquela época não era comum terem celular, entretanto, através de um telefone de emergência existente nas estradas, conseguem chamar a ambulância, que apenas confirma o óbito da moça.

Seu noivo, que já estava há um bom tempo a esperando no altar, só é avisado 3 horas mais tarde.

Até hoje há relatos de pessoas que enxergam uma mulher vestida de noiva próxima à mata da estrada entre Palestina e São José do Rio Preto. 

Dizem que é uma mulher jovem, com um aspecto bem triste, vestindo um véu e um vestido branco segurando uma flor. 

Sempre que alguém tenta parar para ajudar, a mulher some entre as árvores da mata.

Fonte: Amino Terror

INFORTÚNIO DO MEU SOSSEGO PSICOPATA

| terça-feira, 31 de julho de 2018 | 0 Comments |
Os corpos no porão de minha casa estão começando a feder. Um ou três não inalavam esse cheiro tão podre. Talvez sejam as dezenas de cadáveres que estão deixando aquele lugar com um cheiro insuportável, e com isso, não posso mais pisar lá embaixo para que o meu sapato de grife não fique contaminado.

À minha beleza, não tem igual. Eu sou a coisa mais perfeita do mundo, não existe outro homem ou qualquer ser humano que ultrapasse minha perfeição. 

Fico horas no espelho admirando o magnífico que é refletido pelo vidro. Há um pequeno corte próximo à minha bochecha, não muito chamativo; foi a vadia que matei em um beco escuro. 

No momento em que pressionava as minhas mãos em seu pescoço, ela colocou o seu dedo em meu rosto para tentar me empurrar, mas não adiantou nada, apenas danificou minha beleza.

A rua que habito é calma: moram pessoas de classe média-alta. A maioria, aqui, são velhos aposentados. Até o momento, tudo estava nos conformes e parecia um mar de rosas. 

Porém, tudo mudou quando chegou um dia, o maldito dia em que uma pessoa veio morar próxima a mim e à minha casa. 

Costumo escutar músicas clássicas de Beethoven, mas a maldita velha colocava canções horríveis. A música sempre invadia a minha residência e incomodava o meu sossego.

Hoje, amanheci de mau humor. O meu gramado está sempre perfeito, cortado na medida, e nada deixo cair naquele lugar para que continue adequado. 

Essa manhã, eu notei que a droga do cachorro da velha entrou em meu quintal e fez cocô em meu gramado. Senti um ódio tão grande que poderia voar em cima daquele animal e apertar seu pescoço até que minhas mãos quebrassem os seus ossos. Contive-me por causa das pessoas que estavam ali próximas.

O meu carro de luxo fica estacionado próximo à porta de minha garagem. Costumo deixá-lo ao lado de fora para que seja apreciado por outras pessoas. 

Tudo estava bem, até que a velha reclamou e disse que meu carro atrapalhava quando ela precisava subir a calçada. 

Poderia simplesmente mandá-la ir para aquele lugar, mas as outras pessoas na rua acharam que eu devesse tirar o carro daquele local. Isso me deixou enfurecido. Cheguei a trincar os meus dentes, fazendo com que sangue corresse em minha boca.

Fazia dias que não matava uma pessoa, pois estava controlando esse comportamento. 
Esse vício, a sede de ceifar uma vida... Aquela velha tinha que morrer, não estava mais suportando observar o seu sorriso, não aguentava mais aquele maldito cachorro latindo a noite toda. 

Meu psiquiatra achou que estava em momentos de estresse, mas é óbvio que ele não sabia que eu era um assassino e queria muito ver aquela velha morta, esticada ao chão, com todas as tripas para fora.

Estou atrasado para ir trabalhar, a empresa está muito estressante esses dias. Pego meu carro para chegar até o meu trabalho, mas, antes, precisava comprar uma pastilha de menta, o que faz com que eu passe o dia com aquele sabor em minha boca. 

Aquele gosto me deixa calmo. Peguei o produto e entrei na fila. Havia três pessoas em minha frente. 
Quando finalmente chegou a minha vez, peguei a nota para pagar e a velha atravessou a minha frente. Aquela maldita velha disse que eu estava na fila preferencial. 

Minhas mãos ficaram trêmulas e comecei a suar! Eu estava lutando comigo para não fazer nada. Após pagar, ela saiu. Isso não poderia ficar assim!

São 2:30 da madrugada. Coloquei um terno elegante, meu predileto. Eu sempre o uso para ocasiões especiais, e essa, com certeza, é uma delas. 

Olhei para um canto de minha casa onde havia algumas ferramentas: um pé-de-cabra, um facão, minha serra elétrica, entre outros objetos que costumava usar. 

Queria fazer bem mais que um estrago... Queria destroçar o corpo de alguém. Peguei o machado, essa é a terceira vez que o uso. Sei bem como o seu estrago é extraordinário.

Saí de minha casa e caminhei um pouco, até que cheguei à residência vizinha. A porta estava aberta. 

Quando entrei no imóvel, aquele maldito cachorro apareceu latindo. 
Eu simplesmente comecei a pisar no animal, esmagando o crânio daquele infeliz.

O barulho do animal agonizando e morrendo no próprio sangue era como uma música clássica entrando em meus ouvidos. 

Nenhum sexo me deu tanto prazer quanto aquele momento magnífico. Comecei a caminhar na casa e fui entrando em todos os cômodos para tentar encontrar minha vítima. 

Cheguei a um quarto e, quando abri a porta, vi aquela maldita velha, de joelhos, rezando para uma imagem de Jesus Cristo. 

Ela virou o rosto na mesma medida em que sentiu minha presença no lugar.

— Olá, meu filho. O que você faz aqui? Precisa de ajuda? O que faz segurando esse machado nas mãos...? Você está bem?

Nesse momento, minha consciência se apagou e o machado ficou pesado em minhas mãos. Corri em direção à velha e dei-lhe um golpe, o que fez com que caísse ao chão. 

Nesta ocasião, eu já não podia mais controlar os meus braços e o instinto violento, querendo sangue, dominou o meu corpo. 

Continuei dando vários golpes no corpo daquela velha e, mesmo após ter morrido, continuei dando golpes e mais golpes, até que seu corpo ficou despedaçado.

O sangue ficou espalhado: pedaços das pernas, braços e a cabeça decepada fizeram com que meu coração batesse de felicidade. 

Senti como se houvesse matado um inseto que incomodava as minhas noites de sono. E aquele momento foi de sossego porque, finalmente, o infortúnio acabara e aquela velha não ia mais me incomodar.

Fonte: Amino Terror

Não Acredite Em Fadas ( O Conto Proibido Que Ninguém Te Contou )

| terça-feira, 24 de julho de 2018 | 0 Comments |
A vida de Peter é parada e seus pais eram muito limitadores. O único sonho de Peter era poder voar: não em um avião, mas com o seu próprio corpo, como se fosse em um 
passe de mágica. Seus pais admiravam a imaginação do filho, mas isso não era possível.

Peter ficou pensando em como seria possível voar, mas veio em sua cabeça que aquilo era impossível. Suas lágrimas caíam ao chão, que, logo, transformaram-se em gotas 
de sangue. Ele vê, à sua frente, um ser pequeno, que assobiava e cantava para ele.

Peter pergunta qual o nome do tal ser. E com um tom calmo, ela responde: "Sininho, a sua fada". Ela diz que o fará voar para todo o sempre, mas Peter teria que fazer 
um sacrifício... Matar seus pais, pois ele vai morar na "Terra do Nunca", onde todos são órfãos. Os olhos de peter brilhavam de ambição. Então durante a noite peter 
foi ao quarto de seus pais, onde despejou gasolina na cama deles e tacou fogo.

Seus pais acordaram com seus corpos em chamas e vendo seu filho falar sozinho enquanto está de olhos fechados. A tal fada abre a janela e chama o garoto para poder 
voar até a "Terra do Nunca", mas, ao tentar voar, Peter cai de uma altura de 20 metros e morre. 

Peter nunca voou, nunca teve uma fada e jamais foi para a "Terra do Nunca".

Fonte: Amino Terror