O MAL CHEIRO

| sábado, 8 de setembro de 2018 | 0 Comments |

Uma família dirigia em direção à capital para passar as férias, como já estava anoitecendo, resolveram parar e descansar em um hotel barato. 

Eles reservaram dois quartos, um para o marido e sua esposa e um para seus filhos, que era um menino e uma menina.

Quando chegaram ao quarto ambos sentiram um mau odor. O marido chama na recepção e fala com o gerente. 

Ele explicou que o quarto cheirava muito mal e eles gostariam de outra suíte. 

O gerente pediu desculpas e disse ao homem que todos estavam reservados devido a uma convenção,mas enviaria uma empregada até seu quarto para limpar e tentar se livrar
do odor.

Após a janta, a família voltou para seus quartos. Quando as crianças entraram no quarto, sentiram o mesmo odor. 

Mais uma vez, seu pai chama na recepção e disse ao gerente que o quarto ainda cheirava muito mal. O gerente disse ao homem que não havia nada que pudesse fazer.

Assim, as crianças tiveram que passar a noite no quarto. A menina e o menino segurou o nariz, tentando não respirar o fedor. 

Então, tiveram que dormir e pela manhã, seus pais estavam batendo na porta para acordá-los.

Quando descem na recepção viu que uns hóspedes estavam procurando a origem desse mau cheiro e a família resolve 
ajudar. 

Então, começaram a procurar por todo o lugar, nas toalhas, cortinas, e até no tapete. As crianças ajudaram também, verificaram os lençóis da cama o colchão. 

Mas quando o menino puxou o colchão da cama, ele viu que havia um grande buraco no box. Ele olhou para baixo na base da cama e ficou cara a cara com uma visão horrível.

Lá, deitado enrolado dentro da base era o corpo de uma mulher. 

O menino percebeu que ele tinha dormido toda a noite apenas algumas polegadas de distância 
de um cadáver em decomposição.

A noiva da mata (Lenda Urbana)

| terça-feira, 21 de agosto de 2018 | 0 Comments |

Esta é uma lenda urbana brasileira, que conta a história de um casal de namorados que mantinha seu relacionamento sem o consentimento das respectivas famílias.

Após um bom tempo de namoro, este casal decidiu que iriam se casar com ou sem a permissão de seus familiares.

Decididos e empenhados em juntarem suas vidas, eles iniciaram os preparativos do casamento em uma cidade próxima a que eles habitavam.

Moravam em uma cidade chamada Palestina, e foram até São José do Rio Preto para realizarem a cerimônia. Ambas cidades do estado de São Paulo.

Após tudo preparado, convidados devidamente avisados e até a família comunicada, o grande dia chegou.

No dia do casamento, a família da noiva conseguiu convencê-la a se preparar na cidade de origem, Palestina. Como São José do Rio Preto estava a aproximadamente 50 km da igreja em que se casariam, a noiva aceitou.

Duas horas antes do início da cerimônia a noiva e a família partiram em direção à igreja em um carro alugado.

Ao pegarem a estrada, misteriosamente o carro para. O motorista desce para ver o que tinha acontecido e a noiva o acompanha, pois estava muito nervosa e ansiosa, afinal de contas, seu casamento ocorreria em instantes.

Por uma infelicidade do destino, um motorista vindo na direção contrária perde o controle ao tentar desviar de um animal na pista e acaba atingindo a noiva, que acaba morrendo no local.

Naquela época não era comum terem celular, entretanto, através de um telefone de emergência existente nas estradas, conseguem chamar a ambulância, que apenas confirma o óbito da moça.

Seu noivo, que já estava há um bom tempo a esperando no altar, só é avisado 3 horas mais tarde.

Até hoje há relatos de pessoas que enxergam uma mulher vestida de noiva próxima à mata da estrada entre Palestina e São José do Rio Preto. 

Dizem que é uma mulher jovem, com um aspecto bem triste, vestindo um véu e um vestido branco segurando uma flor. 

Sempre que alguém tenta parar para ajudar, a mulher some entre as árvores da mata.

Fonte: Amino Terror

INFORTÚNIO DO MEU SOSSEGO PSICOPATA

| terça-feira, 31 de julho de 2018 | 0 Comments |
Os corpos no porão de minha casa estão começando a feder. Um ou três não inalavam esse cheiro tão podre. Talvez sejam as dezenas de cadáveres que estão deixando aquele lugar com um cheiro insuportável, e com isso, não posso mais pisar lá embaixo para que o meu sapato de grife não fique contaminado.

À minha beleza, não tem igual. Eu sou a coisa mais perfeita do mundo, não existe outro homem ou qualquer ser humano que ultrapasse minha perfeição. 

Fico horas no espelho admirando o magnífico que é refletido pelo vidro. Há um pequeno corte próximo à minha bochecha, não muito chamativo; foi a vadia que matei em um beco escuro. 

No momento em que pressionava as minhas mãos em seu pescoço, ela colocou o seu dedo em meu rosto para tentar me empurrar, mas não adiantou nada, apenas danificou minha beleza.

A rua que habito é calma: moram pessoas de classe média-alta. A maioria, aqui, são velhos aposentados. Até o momento, tudo estava nos conformes e parecia um mar de rosas. 

Porém, tudo mudou quando chegou um dia, o maldito dia em que uma pessoa veio morar próxima a mim e à minha casa. 

Costumo escutar músicas clássicas de Beethoven, mas a maldita velha colocava canções horríveis. A música sempre invadia a minha residência e incomodava o meu sossego.

Hoje, amanheci de mau humor. O meu gramado está sempre perfeito, cortado na medida, e nada deixo cair naquele lugar para que continue adequado. 

Essa manhã, eu notei que a droga do cachorro da velha entrou em meu quintal e fez cocô em meu gramado. Senti um ódio tão grande que poderia voar em cima daquele animal e apertar seu pescoço até que minhas mãos quebrassem os seus ossos. Contive-me por causa das pessoas que estavam ali próximas.

O meu carro de luxo fica estacionado próximo à porta de minha garagem. Costumo deixá-lo ao lado de fora para que seja apreciado por outras pessoas. 

Tudo estava bem, até que a velha reclamou e disse que meu carro atrapalhava quando ela precisava subir a calçada. 

Poderia simplesmente mandá-la ir para aquele lugar, mas as outras pessoas na rua acharam que eu devesse tirar o carro daquele local. Isso me deixou enfurecido. Cheguei a trincar os meus dentes, fazendo com que sangue corresse em minha boca.

Fazia dias que não matava uma pessoa, pois estava controlando esse comportamento. 
Esse vício, a sede de ceifar uma vida... Aquela velha tinha que morrer, não estava mais suportando observar o seu sorriso, não aguentava mais aquele maldito cachorro latindo a noite toda. 

Meu psiquiatra achou que estava em momentos de estresse, mas é óbvio que ele não sabia que eu era um assassino e queria muito ver aquela velha morta, esticada ao chão, com todas as tripas para fora.

Estou atrasado para ir trabalhar, a empresa está muito estressante esses dias. Pego meu carro para chegar até o meu trabalho, mas, antes, precisava comprar uma pastilha de menta, o que faz com que eu passe o dia com aquele sabor em minha boca. 

Aquele gosto me deixa calmo. Peguei o produto e entrei na fila. Havia três pessoas em minha frente. 
Quando finalmente chegou a minha vez, peguei a nota para pagar e a velha atravessou a minha frente. Aquela maldita velha disse que eu estava na fila preferencial. 

Minhas mãos ficaram trêmulas e comecei a suar! Eu estava lutando comigo para não fazer nada. Após pagar, ela saiu. Isso não poderia ficar assim!

São 2:30 da madrugada. Coloquei um terno elegante, meu predileto. Eu sempre o uso para ocasiões especiais, e essa, com certeza, é uma delas. 

Olhei para um canto de minha casa onde havia algumas ferramentas: um pé-de-cabra, um facão, minha serra elétrica, entre outros objetos que costumava usar. 

Queria fazer bem mais que um estrago... Queria destroçar o corpo de alguém. Peguei o machado, essa é a terceira vez que o uso. Sei bem como o seu estrago é extraordinário.

Saí de minha casa e caminhei um pouco, até que cheguei à residência vizinha. A porta estava aberta. 

Quando entrei no imóvel, aquele maldito cachorro apareceu latindo. 
Eu simplesmente comecei a pisar no animal, esmagando o crânio daquele infeliz.

O barulho do animal agonizando e morrendo no próprio sangue era como uma música clássica entrando em meus ouvidos. 

Nenhum sexo me deu tanto prazer quanto aquele momento magnífico. Comecei a caminhar na casa e fui entrando em todos os cômodos para tentar encontrar minha vítima. 

Cheguei a um quarto e, quando abri a porta, vi aquela maldita velha, de joelhos, rezando para uma imagem de Jesus Cristo. 

Ela virou o rosto na mesma medida em que sentiu minha presença no lugar.

— Olá, meu filho. O que você faz aqui? Precisa de ajuda? O que faz segurando esse machado nas mãos...? Você está bem?

Nesse momento, minha consciência se apagou e o machado ficou pesado em minhas mãos. Corri em direção à velha e dei-lhe um golpe, o que fez com que caísse ao chão. 

Nesta ocasião, eu já não podia mais controlar os meus braços e o instinto violento, querendo sangue, dominou o meu corpo. 

Continuei dando vários golpes no corpo daquela velha e, mesmo após ter morrido, continuei dando golpes e mais golpes, até que seu corpo ficou despedaçado.

O sangue ficou espalhado: pedaços das pernas, braços e a cabeça decepada fizeram com que meu coração batesse de felicidade. 

Senti como se houvesse matado um inseto que incomodava as minhas noites de sono. E aquele momento foi de sossego porque, finalmente, o infortúnio acabara e aquela velha não ia mais me incomodar.

Fonte: Amino Terror

Não Acredite Em Fadas ( O Conto Proibido Que Ninguém Te Contou )

| terça-feira, 24 de julho de 2018 | 0 Comments |
A vida de Peter é parada e seus pais eram muito limitadores. O único sonho de Peter era poder voar: não em um avião, mas com o seu próprio corpo, como se fosse em um 
passe de mágica. Seus pais admiravam a imaginação do filho, mas isso não era possível.

Peter ficou pensando em como seria possível voar, mas veio em sua cabeça que aquilo era impossível. Suas lágrimas caíam ao chão, que, logo, transformaram-se em gotas 
de sangue. Ele vê, à sua frente, um ser pequeno, que assobiava e cantava para ele.

Peter pergunta qual o nome do tal ser. E com um tom calmo, ela responde: "Sininho, a sua fada". Ela diz que o fará voar para todo o sempre, mas Peter teria que fazer 
um sacrifício... Matar seus pais, pois ele vai morar na "Terra do Nunca", onde todos são órfãos. Os olhos de peter brilhavam de ambição. Então durante a noite peter 
foi ao quarto de seus pais, onde despejou gasolina na cama deles e tacou fogo.

Seus pais acordaram com seus corpos em chamas e vendo seu filho falar sozinho enquanto está de olhos fechados. A tal fada abre a janela e chama o garoto para poder 
voar até a "Terra do Nunca", mas, ao tentar voar, Peter cai de uma altura de 20 metros e morre. 

Peter nunca voou, nunca teve uma fada e jamais foi para a "Terra do Nunca".

Fonte: Amino Terror

CREEPYPASTA - DÉJA-VU

| segunda-feira, 25 de junho de 2018 | 0 Comments |

QUASE TODO MUNDO JÁ TEVE UM MOMENTO DE DÉJÀ-VU. PENSE BEM, QUANDO VOCÊ ESTA INDO PARA A ESCOLA OU PARA O TRABALHO, OU SIMPLESMENTE ANDANDO POR ESTE LUGAR QUE VOCÊ CHAMA DE CASA, ALGO CHAMA SUA ATENÇÃO. VOCÊ TEM CERTEZA QUE JÁ VIU ISSO ANTES, MAS NÃO CONSEGUE SE LEMBRAR QUANDO OU ONDE. 

VOCÊ ENTÃO O REJEITA, CONVENCIDO DE QUE A SUA MEMÓRIA ESTÁ APENAS PREGANDO PEÇAS EM VOCÊ. 

VOCÊ SE CONVENCE DE QUE É SIMPLESMENTE UMA VAGA LEMBRANÇA DE UM ACONTECIMENTO PARECIDO.

9 EM CADA 10 VEZES, VOCÊ ESTARÁ CERTO, MAS DE VEZ EM QUANDO, O DÉJA-VU VAI LHE DEIXAR COM UM ENORME MAL-ESTAR EM ALGUMA PART DE SUA MENTE. 
QUANDO VOCÊ DISSER AOS SEUS AMIGO OU FAMILIARES, ELES TAMBÉM AFIRMARÃO QUE É APENAS UMA INVENÇÃO DA SUA IMAGINAÇÃO. 

VOCÊ ENTÃO PARA DE DAR ATENÇÃO A ISSO, EMPURRANDO A INQUIETAÇÃO PARA OS CONFINS DE SUA CONSCIÊNCIA. E LÁ IRÁ FICAR, GUARDADA PELA SEGURANÇA DE SUA PRÓPRIA MENTE. 

NO FINAL DE SEU DIA, VOCÊ VAI PARA A CAMA COM UMA IDEIA DE SEGURANÇA; TOTALMENTE ACREDITANDO QUE TUDO O QUE VOCÊ SENTIA VAI PASSAR DEPOIS DE UMA BOA NOITE DE SONO.

NO DIA SEGUINTE VOCÊ ACORDA, SENTINDO-SE REVIGORADO. O MUNDO CONTINUA COMO SEMPRE FOI, OU PELO MENOS ASSIM PARECE. O DÉJÀ-VU JÁ ESCORREGOU PRA FORA DE SUA MENTE E VOCÊ AINDA SE LEMBRA DO MAL-ESTAR QUE SENTIU.

VOCÊ BEBE SEU CHÁ OU SEU CAFÉ, FAZ SUAS COISAS MATINAIS COMO DE COSTUME, DIZ UM CALOROSO TCHAU PARA SUA FAMÍLIA E, EM SEGUIDA, VAI PARA A ESCOLA OU PARA O TRABALHO. MAS QUANDO A PORTA SE FECHA ATRÁS DE VOCÊ, HÁ SUSSURROS FRACOS. 

ELES DESAPARECEM COM CADA PASSO QUE VOCÊ DÁ, E ENQUANTO ACREDITA QUE PODE DESCOBRIR SEU SIGNIFICADO, VOCÊ NOVAMENTE O REJEITA COMO ALGO CRIADOR POR SUA IMAGINAÇÃO HIPERATIVA.

''ELE NÃO SE LEMBRA'', ELES DIZEM COM UM VOLUME SOBRENATURALMENTE BAIXO.

''MINHA QUERIDA, ELE NUNCA VAI SE LEMBRAR''.

O PESADELO

| terça-feira, 1 de maio de 2018 | 0 Comments |

Minha tataravó morreu em uma manhã cinza de inverno, havia algum tempo que ela vinha reclamando de dores no peito mas o médico pouco pode fazer para ajuda-la. 

A medicina naquela época ainda era muito precária, as pessoas tinham que confiar somente nos olhos clínicos do médico. 

Fizeram o velório ali em sua casa como era de costume e a enterraram antes do anoitecer. 

Meu tataravô desolado voltou para sua casa, a morte levará sua parceira de tantos anos e agora ele seria um solitário já que os filhos eram adultos, casados e cada um tinha sua própria vida a cuidar. 

Já era de noite quando ele estava na cozinha, pouco iluminada somente por um lampião e algumas velas acesas na mesa de jantar, tentando fazer algo pra comer no fogão a lenha quando escutou minha tataravó chorando dentro do quarto e chamando pelo seu nome. 

Era um choro misturado com gemido de medo e quando ela chama seu nome ela gritava ''João, me ajuda''e chorando. 

Ele ficou petrificado no lugar por alguns minutos até que criou coragem, pegou o lampião e foi andando de vagar até o quarto.

A medida que ele ia se aproximando do quarto o choro diminuía e quando ele chegou la o choro parou completamente. Iluminou o quarto vazio e se assustou ao ver que a cama estava bagunçada, mas ele tinha certeza que estava arrumada antes de ir para o enterro. 

Quando ele virou de costas para voltar a cozinha o choro começou de novo. 
Ele colou a mão com o lampião para dentro do quarto, mas pouco pode ver algo. 

A primeira coisa que viu foram as pernas da minha tataravó, estavam cinza e se contorciam na cama. Meu tataravô teve vontade de iluminar o resto do corpo,mas o medo falou mais alto e ele saiu correndo em direção a cozinha e a voz chorosa que dizia ''João, me ajuda'' foi silenciando até calar-se.

Ele saiu da casa e ficou na varanda por horas, sentado em sua cadeia e fumando seu cachimbo. Nervoso e aterrorizado com os acontecimentos. 

Não tinha coragem de voltar para dentro de casa e tampouco podia ir para casa de um dos filhos porque eles moravam longe. Acabou pegando no sono já em alta madrugada.

O pesadelo que se seguiu foi horrível. Minha tataravó estava viva dentro do caixão, arranhando a tampa tentando cavar uma saída enquanto suas unhas se desprendiam da carne e sua boca buscava o ar que ali já não existia mais. 

Pouco a pouco ela foi perdendo as forças até que seus olhos se arregalaram e seu corpo deixou de buscar por oxigênio.

Ele acordou na varanda sufocando como se ele mesmo estivesse dentro do caixão. 
Desesperado, o pobre rolava no chão em busca do ar que aos poucos foi lhe voltando. 

Quando estava mais calmo e controlado decidiu ir até a casa de um de seus filhos e contar o ocorrido. Foi até a casa do meu tio-avô Ramiro que acalmou dizendo que eram somente sonhos e que ele estava impressionado por causa de sua recente perda.

Não satisfeito, ele foi até o delegado da cidade e pediu a exumação do corpo que lhe foi automaticamente negada por não haver nenhuma razão convincente além de uma visão ou pesadelo como todos acreditavam.

Nos próximos dias ele teve o mesmo pesadelo e cada vez parecia ser mais real. 
E todos os dias voltava á delegacia para pedir a exumação do corpo que lhe foi negada até o dia em que chorando de desespero na frente do delegado, este lhe concedeu o pedido. 

Quando abriram o caixão todos ficaram espantados, tudo estava como meu tataravô havia sonhado. 
A tampa do caixão arranhada, minha tataravó sem unhas, com a boca e os olhos escancarados.

CREEPYPASTA - CONVERSEI COM MEU AMIGO MORTO!

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João estava passando os números de telefone dos seus amigos da agenda velha para uma nova, quando viu o número de Oliver um amigo falecido alguns meses em um acidecnte de carro quando voltava de uma festa com sua namorada Angella que ainda estava em coma.

O acidente foi causado por um motorista bêbado em alta velocidade e Oliver acabou morrendo no local.

João sentiu um frio na espinha e uma tristeza repentina, ele pensou em ligar para o número e talvez escutar a voz de seu amigo em uma gravação se o telefone ainda estivesse ativado.

João hesitou por um instante, pois não sabia qual seria sua reação ao escutar a voz do amigo, mas pegou o telefone e discou o número. Escutou o telefone chamando duas vezes e fez menção em desligar, pois se sentia idiota fazendo aquilo, porem alguém atendeu.

- Alô ?

- Oi João - respondeu a pessoa do outro lado da linha.

- Q-quem esta falando ?

- Hora, quem poderia ser ? é o Oliver.

- Não, impossível.

- Como assim ? você ligou para o meu número, quem você esperava que atendesse ?

Aterrorizado e sem saber o que fazer João continuou a conversa, que foi curta, pois ele estava com muito medo. Nos próximos 2 meses ele continuou ligando para o número que sempre era atendido pelo amigo já morto, conversava rapidamente e desligava..Angella havia saído do coma, porem ainda se encontrava no hospital se recuperando das fraturas.

Um dia João decidiu que iria ligar e perguntar sobre o acidente e se Oliver se lembrava  de algo. João ligou e os dois conversaram por um período curto e Oliver começou a fazer perguntas sobre sua namorada.

- João, você tem alguma notícia da Angella? porque ela não me liga? ela me prometeu estar do meu lado, não importasse o que aconteça..mas ela desapareceu e não me liga, eu tenho me sentido tão sozinho. 

João estava paralisado, não sabia o que dizer ou qual seria a melhor resposta e falou a primeira coisa que lhe veio em mente.

- P-porque você morreu no acidente de carro! 

A última coisa que João ouviu foi um grito de terror do seu amigo Oliver e o sinal de ocupado em seguida. 

Rapidamente João re-discou o número de Oliver, porem dessa vez a voz do outro lado dizia.

ESTE NÚMERO  DE TELEFONE  NÃO EXISTE.