LENDA JAPONESA - GASHADOKURO O ESQUELETO GIGANTE

| quinta-feira, 14 de setembro de 2017 | 0 Comments |

Na mitologia japonesa, Gashadokuro, também conhecido como Odokuro, é um esqueleto gigante, e é um dos muitos espíritos perigosos que são ditos assombrarem os vivos.

Ele é criado a partir da reunião de várias almas de pessoas que morreram de fome. Segundo a lenda, um Gashadokuro possui a forma de um esqueleto, que é muito maior do que qualquer ser humano normal no minimo 15 vezes mais alto do que um ser humano de altura mediana.


Ele está condenado a passar a eternidade faminto, sendo incapaz de comer em sua forma amaldiçoada.

Ele vagueia durante a noite, rangendo os dentes e fazendo um som parecido com um sino.
O esqueleto gigante é tão elevado acima do solo e anda tão baixo que ele pode ser quase invisível.

A única advertência que a vítima recebe quando o Gashadokuro está próximo dela é um toque estranho e inexplicável em seus ouvidos.

Se acaso o Gashadokuro encontra um ser humano, ele vai agarrá-lo. Em seguida ele vai decepar sua cabeça com seus enormes dentes, e então irá sugar o sangue de seu corpo até a sua sede ser saciada.


Existe algumas histórias sobre o Gashadokuro mas tem uma delas bem famosa, é sobre um homem estava caminhando nos campos durante a noite e de repente o homem ouviu
um som surreal no meio da mata.

Na manhã seguinte, o homem indo ao mesmo lugar onde ele havia ouvido o som estranho ele acabou localizando um crânio de um Gashadokuro castigado pelo tempo, e foi capaz e apaziguá-lo, retirando os brotos de bambu que havia crescido através de sua cavidade ocular e deixando um tigela de arroz cozido seco como uma oferenda.

O ASSASSINO CHICO PICADINHO

| terça-feira, 12 de setembro de 2017 | 0 Comments |

Nascido e criado em Vila Velha, no Estado do Espírito Santo, Francisco teve uma infância muito pobre. Seu pai era exportador de café e o abandonou ainda criança, junto de sua mãe.

Já a mãe de Francisco ia trabalhar, ela deixava Francisco com uma amiga na cidade de Cariacica.
Em algumas entrevistas, o assassino revelou ter sofrido diversos abusos sexuais do marido da mulher que cuidava dele, mas que ela nunca soube, fora que Francisco ficava semanas sem ver sua mãe, já que ela raramente ia visitá-lo, além de diariamente ver este homem, que abusava dele, Francisco sempre presenciava esse homem espancando essa amiga de sua mãe.

Além disso, quando desobedecia, ele apanhava muito da mesma mulher. Um de seus passatempos na infância era algo muito cruel: matar gatos. Após crescer um pouco, voltou a viver com a mãe em Vila Velha, onde presenciava a visita de diversos homens em casa, quando ela o mandava ir para o quarto e só sair de lá após amanhecer.

E isso o fez perceber que ela se prostituía para sustentá-los. Saber deste fato, somado aos abusos que sofreu, foi um grande trauma para ele, que acumularia numa explosão de ódio futuramente.
Na adolescência, ele foi expulso de casa, após ter muitas brigas com a sua mãe.

Então ele passou a viver de pequenos serviços e alguns furtos, e logo se viciou em bebida alcoólica e outras drogas. Francisco é bissexual assumido, ele revelou à junta psiquiátrica, após ser preso pelos crimes, e que não se importava em ser passivo ou ativo, o importante era continuar sendo homem e ter muito prazer.


Gastava grande parte de seu dinheiro com jogos de azar e prostitutas. Também revelou ter esquartejado as mulheres por ter muita raiva dos abusos que sofria na infância e por sentir vergonha ao lembrar-se que a sua mãe se prostituía, como as mulheres que ele matou.

1° CRIME:

Francisco da Costa Rocha cometeu seu primeiro assassinato em 1966, na Boca do Lixo, Centro da Cidade de São Paulo. Nesta época vivia uma vida muito boêmia, com muita bebedeira e mulheres, e também usava drogas. Com o passar do tempo, sentia necessidade de ter relações sexuais diariamente, além de drogar-se e beber muito.

Seu primeiro assassinato, seguido de esquartejamento, foi em 1966. Sua vítima foi Margareth Suida, uma bailarina austríaca que vivia há poucos anos no Brasil.

Ela também era uma mulher de vida boêmia e eventualmente fazia programas sexuais. Gostava da noite e era conhecida de seus amigos. Após beberem muito e passarem por diversos bares e boates da região, Francisco a convidou para terem relações sexuais. Ela aceitou ir ao apartamento na Rua Aurora, local que Francisco dividia com Caio, seu amigo, que era médico cirurgião da Aeronáutica. Após a relação sexual, ele tornou-se violento e a atacou, passando a estrangulá-la com a mão,
e terminou o crime enforcando-a com o cinto.


Após ver Margareth morta no quarto, pensou que deveria sumir com o corpo. Tirou o trinco da porta do banheiro para melhor locomoção, ele deitou-a de barriga para cima.

Usou os primeiros objetos que estavam à sua disposição: lâmina de barbear, tesoura e faca foram os principais usados. Então ele começou a cortar os seios, depois foi tirando os músculos e cortando as articulações, a fim de que o corpo ficasse menor para escondê-lo.



Vale ressaltar que Francisco esquartejou Margareth pelo fato de ter medo das ações que viriam após ter causado sua morte, concluindo assim que teria de ocultar o cadáver.

Demorou em cerca de 3 a 4 horas até desmembrar a vítima e pô-la dentro de uma sacola ( ele sabia que o seu amigo com quem dividia o apartamento iria chegar). Quando Caio chegou, Francisco disse que tinha uma coisa para contar e falou que havia matado alguém.


Francisco não contou como, e nem por que, mas disse que o corpo ainda estava no apartamento.
Ele pediu um tempo para Caio para que pudesse avisar a sua mãe e contratar um advogado.

E de fato, ele viajou à procura da mãe. Ao chegar, avisou a uma amiga e não teve coragem de falar o que realmente aconteceu, apenas informou que algo de grave havia ocorrido, pedindo para avisar sua mãe.

Ao retornar, seu amigo Caio havia avisado ao delegado de homicídios, e Francisco acabou indo preso sem reagir.

2° CRIME:

Dez anos após o crime brutal, foi liberado por bom comportamento, mas Francisco voltou a atacar: em setembro de 1976 estuprou e tentou estrangular a prostituta Rosemarie Michelucci, em um motel da Zona Leste de São Paulo, mas ela se defendeu com chutes, mordidas, socos e gritos, conseguindo se livrar dele.

Apesar de ter levado uma facada, ela sobreviveu. Francisco conseguiu escapar. Um mês depois, em outubro, ele voltou para a Boca do Lixo. Em um bar, ele conheceu a prostituta Ângela Silva, conhecida como "Moça da Peruca".

E após beberem bastante, e acertar o preço do programa, e ele a levou a um apartamento em que vivia, alugado há poucos meses, na Avenida Rio Branco, a poucos minutos de onde estavam.


Após o ato, Francisco a espancou e a estrangulou com seu cinto. Já morta, ele a esquartejou, porém, desta vez, destrinchou sua vítima com um cuidado muito maior e tentou jogar alguns pedaços pelo vaso.

Depois de matá-la e esquartejá-la, tentando fazer com que o vaso levasse partes do corpo, não conseguiu pôr o corpo todo no vaso sanitário. Então para livrar do resto dele, colocou os pedaços dentro de uma caixa de papelão neste mesmo apartamento onde tudo aconteceu.

E então acabou fugindo em seguida para a Cidade do Rio de Janeiro, mas avisou seu amigo Caio e pediu novamente um tempo para avisar sua família e contratar um advogado.

Caio, já sabendo do crime, ficou sem saber ao certo o que deveria fazer e contatou a Delegacia de Homicídios. Francisco ou como é mais conhecido como ''Chico Picadinho''foi preso 28 dias depois, em uma praça de Duque de Caxias (Rio de Janeiro), na Baixada Fluminense, enquanto lia uma revista que relatava sua vida de crimes.


Na época, a exibição pela imprensa das fotos de suas vítimas cortadas em pedaços sensibilizou bastante a opinião pública, fazendo com que o criminoso fosse condenado a 30 anos de prisão.

De acordo com o MP, Chico é imputável, ou seja, tem total capacidade para definir o que é lícito e ilícito. “Tanto que, em nenhum momento, se cogitou reverter a prisão em medida de segurança, o que faria com que ele ficasse o resto da vida preso, como acontece com os criminosos inimputáveis,
que não têm condições de responder por seus atos.

Agora não adianta mais falar sobre psicopatia, os exames psicológicos relataram a real condição dele, portanto a liberdade é um direito”, afirmou Negrini.

Segundo o promotor, não é possível dar garantias quanto ao comportamento de Chico nas ruas, mas seu comportamento na prisão e sua idade demonstram “baixa probabilidade” de que os crimes do passado voltem a acontecer. “É agora que o Francisco sentirá o real peso dos atos praticados no passado.

Sem dúvida, ele sofrerá muito por isso. Não temos como garantir se ele irá reincidir ou não, mas o que vemos e avaliamos devido à idade e ao comportamento dentro da Casa de Custódia nos mostra pouca probabilidade de isso [assassinatos] voltar a acontecer”, finalizou.

Habito na cadeia:

Chico é responsável pela biblioteca da Casa de Custódia e sempre foi avaliado como um homem calmo, que nunca se envolveu em confusões.


Além do hábito de ler, ele também usa as horas vagas para pintar quadros. Na prisão, Chico vive em uma cela individual de oito metros quadrados, com uma cama de solteiro e lavatório.

CREEPYPASTA - A CRECHE

| sexta-feira, 8 de setembro de 2017 | 0 Comments |
RECENTEMENTE EU COLOQUEI MINHA FILHA EM UMA CRECHE, EU NÃO QUERIA, MAS SENDO PAI SOLTEIRO, NÃO TINHA MUITA OPÇÃO.

DEPOIS DE PESQUISAR UM POUCO, ENCONTREI UMA CRECHE QUE PARECIA CORRESPONDER COM O QUE EU PROCURAVA. ERA ADMINISTRADA POR UMA GAROTA CHAMADA WENDY E APARENTEMENTE ERA BASTANTE POPULAR NO BAIRRO, PORQUE HAVIA BASTANTE CRIANÇAS QUANDO FUI INVESTIGAR.

UMA DAS COISAS QUE MAIS GOSTEI LÁ ERA QUE TINHAM CÂMERAS DE SEGURANÇA ESPALHADAS POR TODO O LOCAL, ASSIM OS PAIS PODIAM SEMPRE ESTAR DE OLHO EM SEUS FILHOS MESMO DE LONGE.

LOGO VIROU UM TIPO DE OBSESSÃO MINHA. TODAS AS CRIANÇAS USAVAM JAQUETA IGUAL, QUE ERA FORNECIDA PELA CRECHE, PORQUE O SISTEMA DE AQUECIMENTO ESTAVA ESTRAGADO E ERA INVERNO, MAS ERA FÁCIL DIFERENCIAR MINHA FILHA DAS OUTRAS CRIANÇAS. EU AMAVA PODER FICAR OLHANDO MEU BEBÊ BRINCANDO COM OUTROS PEQUENOS, ME DEIXAVA SEGURO EM SABER QUE TUDO ESTAVA BEM.

EU NÃO PODIA FICAR COM MEUS OLHOS GRUDADOS NA TELA O DIA TODO, MAS CHECANDO DE VEZ EM QUANDO, PUDE VER QUE TINHA FEITO UMA AMIGUINHA COM QUEM BRINCAVA QUASE TODOS OS DIAS E ATÉ TINHA UM BRINQUEDO FAVORITO. ERA UMA BOLA QUE AS DUAS FICAVAM JOGANDO UMA PARA A OUTRA. BRINCAVAM COM AQUILO TODOS OS DIAS.

PASSADO UMA SEMANA, AS COISAS PARECIAM ESTAR INDO MUITO BEM. FINALMENTE ESTAVA CONSEGUINDO TIRAR AS FRALDAS DA MINHA PEQUENA E ELA ESTAVA MAIS COMPORTADA DO QUE NUNCA. NÃO PRECISO NEM DIZER COMO ESTAVA IMPRESSIONADO COM A CRECHE.

FOI AÍ QUE ELA COMEÇOU A CANTAR A CANÇAO.

PRIMEIRO ELA SÓ CANTAROLAVA, E QUANDO PERGUNTEI O QUE ERA, DISSE QUE ERA UMA MUSIQUINHA QUE TINHAM ENSINADO NA CRECHE...LOGO MAIS ELA APRENDEU TODA A LETRA E COMEÇOU A CANTAR.

- Nós comemos seus dentes

- Nós comemos seus ossos

- E rasgamos suas gargantas sem esforço

- Nós cantamos essa canção

- E quando terminar

- Vamos para o inferno brincar''.

ELA CANTAVA O TEMPO TODO, NÃO IMPORTAVA QUANTAS VEZES PEDIA PRA PARAR. ME DAVA ARREPIOS. POR QUE ENSINARIAM UMA COISA DAQUELAS PARA CRIANÇAS ?

NO DIA SEGUINTE, COM A MÚSICA AINDA GRUDADA NA MENTE,RESOLVI LIGAR PARA WENDY. QUERIA FALAR QUE NÃO APROVAVA AQUELA MÚSICA E NÃO QUERIA QUE MAIS NADA PARECIDO COM AQUILO FOSSE ENSINADO PRA MINHA FILHA.

SE AQUILO CONTINUASSE, SERIA OBRIGADO A PROCURAR OUTRA CRECHE.

QUANDO WENDY ATENDEU, COMUNIQUEI-A SOBRE O QUE ME PREOCUPAVA. ELA FOI MUITO EDUCADA E COMENTOU COM UMA DAS OUTRAS CRIANÇAS QUE ESTAVA CANTANDO AQUILO POR LÁ.

FALOU QUE ACHAVA SER DE ALGUM FILME OU ALGO DO TIPO, MAS ESTAVA SE ESFORÇANDO PARA QUE TODOS PARASSEM DE CANTA-LA, PORQUE OBVIAMENTE NÃO ERA APROPRIADO PARA CRIANÇAS. ELA COMENTOU TAMBÉM QUE A DEIXAVA TÃO PERTURBADA QUANTO A MIM.

EU ESTAVA ANDANDO PRA LÁ E PRA CÁ PELO O ESCRITÓRIO, E ENQUANTO NOS DESPEDÍAMOS, EU OLHEI PARA A TELA DO COMPUTADOR E PERCEBI ALGO EM PARTICULAR.

A WENDY NA TELA NÃO ESTAVA FALANDO NO TELEFONE, E SIM AJUDANDO UMA DAS CRIANÇAS COM UMA CAIXINHA DE SUCO.

ELA ME DEU TCHAU E DESLIGOU, E EU FIQUEI OLHANDO AS CÂMERAS, NEM SE QUER RESPONDI SEU ADEUS, SÓ FIQUEI FIXANDO MEUS OLHOS NA TELA. OLHEI MINHA FILHA E SUA AMIGA BRINCANDO E TENTEI ME LEMBRAR QUANTAS VEZES JÁ TINHA ASSISTIDO ELAS JOGANDO AQUELA BOLA DAQUELA FORMA.

E O MENINO NO CANTO DA SALA SEMPRA ESTAVA NO MESMO CANTO, BRINCANDO COM O MESMO QUEBRA-CABEÇA. A QUANTOS DIAS ELE ESTAVA TENTANDO RESOLVER AQUELE JOGO ?

FOI AÍ QUE PERCEBI QUE EU NÃO ESTAVA ASSISTINDO UMA TRANSMISSÃO AO VIVO, E SIM GRAVAÇÕES.

CREEPYPASTA - GARRAFA DE LEITE

| sexta-feira, 28 de julho de 2017 | 0 Comments |
Era noite, a pequena loja de conveniências estava prestes a fechar, o dono da loja, um senhor já com uma certa idade, então percebeu que havia uma cliente, uma mulher pálida, magra com um vestido branco e um pouco sujo. Ela estava em silêncio de pé no canto da pequena loja.

Como ele pode fechar a loja sem perceber que uma cliente ainda estava lá dentro?
Ele foi prontamente atendê-la.

O senhor perguntou a jovem o que ele poderia fazer por ela porém esta não o olhou. Ainda em silêncio, ela andou em direção ao balcão e estendeu o braço apontando na direção da geladeira que ali atrás ficava, onde estavam expostas as garrafas de leite.

Entendendo o pedido da silenciosa cliente, ele pegou uma das garrafas e colocou
sobre o balcão.

Novamente a mulher apontou para a geladeira, ele então pegou uma segunda garrafa de leite e colocou ao lado da anterior. Percebendo que a jovem não deveria ter condições de pagar, ele se virou para dar a oportunidade de ela sair sem pagar.

O dono da loja não ouviu a porta abrir ou fechar,
mas quando ele voltou a olhar na direção dela, ela já não estava mais lá.

No dia seguinte, antes de trancar as portas da loja, a jovem mulher de vestido sujo apareceu novamente, andou em direção ao balcão e apontou em direção à geladeira, desta vez estavam duas garrafas de leite vazias sobre o balcão. O lojista olhou em seus olhos vazios e viu lágrimas fazendo caminhos na sujeira no rosto.

Percebendo que era alguém que precisava de ajuda, ele pegou duas garrafas com leite e colocou-as no balcão. Antes que pudesse perguntar seu nome ou lhe oferecer qualquer outro tipo de ajuda, uma prateleira caiu atrás dele, chamando sua atenção.

Quando voltou a olhar para o balcão, a mulher havia desaparecido juntamente com as duas garrafas de leite cheias. Ele buscou por toda a loja, não havia sinal da mulher ou das garrafas.

No terceiro dia, mais uma vez, pouco antes da hora de fechar as portas, a jovem apareceu do nada e ficou apontando para a geladeira.

O lojista colocou mais duas garrafas de leite no balcão e tentou conversar com a mulher. Mas quando ele estava prestes a falar, a gaveta da caixa registradora abriu-se e caiu no chão. Novamente já era tarde, pois ao olhar novamente para o balcão a mulher já havia desaparecido.

Mas desta vez, ele estava determinado a descobrir mais sobre ela, então ele trancou a loja e se pôs a descer a estrada da cidade.

Ele avistou a silhueta dela um pouco mais a frente, saindo da estrada e descendo um antigo caminho coberto de mato. Ele a seguiu, rastejando pela floresta, o caminho o levou ao cemitério da cidade que estava com o portão aberto. Foi então que ouviu um som estranho vindo de dentro do cemitério.

Inseguro, ele seguiu o som até as profundezas daquele lugar até chegar a um túmulo recente, onde agora podia ouvir o som claramente.

Tratava-se do choro de um bebê que, para seu pavor, vinha diretamente de uma cova fresca sem lápide a qual ele estava de pé em cima. Lá, ele já conseguia ouvir os gritos de um bebê de forma clara.

Pegando uma pá que havia por perto, começou a tirar a terra que cobria a cova e logo alcançou um tosco caixão de madeira. Caindo de joelhos e raspando a sujeira, ele arrancou a tampa do caixão.

Lá estava o cadáver de uma jovem mulher. A mesma mulher jovem com o vestido rasgado e sujo que visitou sua loja três vezes.

Sua pele já estava cinza e seus olhos brancos e opacos, e em seus braços estava um bebê sujo, com frio e fome, ainda vivo e chorando.

E no caixão ao lado do bebê estavam duas garrafas de leite vazias.

CREEPYPASTA - ÚLTIMO TREM

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Era tarde da noite e Bianca teve que ficar até mais tarde para resolver um problema no escritório em que trabalha.

Ela saiu do prédio, cumprimentou os seguranças e seguiu para a estação para pegar o trem, tendo que correr para não perder o último do dia a sair daquela estação.

Ela chegou a tempo – o trem chegava à plataforma no momento em que lá Bianca chegava.
Ao entrar, a garota imediatamente ficou desconfortável e preocupada, uma vez que o vagão estava praticamente vazio… Isto exceto por três pessoas.

Com medo de ficar muito isolada e ser assaltada, a jovem preferiu sentar-se em um banco de frente às três suspeitas pessoas.

Ela arrumou a roupa e ajeitou a bolsa no colo, percebendo então que travam-se de dois homens e uma mulher sentada no meio destes – mulher esta que olhava fixamente em sua direção.

Tentando parecer casual, Bianca apanhou um livro em sua bolsa e começou uma forçada leitura, mas toda vez que olhava para frente constatava que a estranha mulher ainda mantinha o olhar fixo nela.

Depois de parar em duas estações, finalmente mais alguém entrou no vagão, era um homem com roupas claras.

O sujeito logo analisou todo o vagão, olhou em sua direção e também as outras três pessoas no banco oposto.

Após breve momento, partiu até Bianca, que já começou a se arrepender de ter pego aquele maldito vagão. “Serei assaltada por este meliante e aqueles três não farão nada para me ajudar!” pensou.

Assim que o trem deixou a estação, o homem sentou ao lado da moça e lhe sussurrou ao ouvido:

– Se você sabe o que é bom pra si, desce comigo na próxima estação.

Bianca sentiu o sangue gelar, mas mesmo assim preferiu seguir as ordens do desconhecido (ele poderia estar armado).

A única coisa que a acalmava é que a próxima estação era uma das mais movimentadas.

No instante em que as portas do macabro vagão foram novamente abertas, o estranho a segurou pelo braço, forçando-a a levantar-se junto à ele saírem do trem.

Não demorou e o trem tornou a partir – desta vez levando somente aqueles estranhos homens e a mulher de olhos vidrados.

 Já na plataforma, Bianca não conseguia falar, estava apavorada. E também não soube se sentiu-se aliviada pelo homem não ser o mal-feitor que pensou pelo que ele disse em seguida:

– Graças a Deus, eu não queria te assustar, mas eu tinha que te tirar daquele trem. Eu sou médico e a mulher sentada no banco oposto estava morta…

Os dois homens que estavam de cada lado eram a única coisa que sustentava seu cadáver sentado naquela mesma posição…

A MORTE DE CHESTER BENNINGTON ( LINKIN PARK )

| sexta-feira, 21 de julho de 2017 | 0 Comments |

Fontes da polícia de Los Angeles contaram ao site americano "TMZ" que o vocalista do Linkin Park, Chester Bennington, usou um cinto preso à porta do banheiro para se enforcar, em condições semelhantes às do suicídio do grande amigo Chris Cornell.

Que era vocalista da banda do Soundgarden e Audioslave que também tirou a própria vida em maio, o que teria aguçado a depressão de Chester.

O cantor do Linkin Park foi encontrado morto na manhã de 20 de julho de 2017 a data em que Chris Cornell
celebraria 53 anos.

O "TMZ" ressalta que os dois usaram a porta para cometer o suicídio e não deixaram bilhetes de despedida em quartos e que não revelaram evidências de drogas ilícitas.
Perto de Cornell, havia medicamentos; e de Chester, apenas uma garrafa de bebida alcoólica, parcialmente consumida.

Os Amigos de Chester, foram à casa dele depois da confirmação da morte, relataram ao site "Radar" que nunca viram tendência suicida no cantor.

Apesar disso, um deles ressaltou que o vocalista "nunca mais foi o mesmo" depois da perda de Cornell.

Ao saber da morte do líder da banda Soundgarden, Chester publicou uma comovente homenagem no Twitter.
"Lembranças sobre você inundaram a minha cabeça e eu chorei. Estou ainda chorando, de tristeza e de gratidão (...)

Você me inspirou tantas vezes de várias maneiras que você não consegue imaginar. Sua voz foi alegria e dor, fúria e perdão, amor e coração partido, tudo em uma só.

Eu acho que todos nós somos assim. Você me ajudou a entender isso (...) Não posso pensar em um mundo sem você nele".

Chester escreveu em uma carta publicada nas redes sociais.

Chester Bennington lutou por anos contra drogas e álcool, e disse em uma entrevista no ano passado que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança, por um homem mais velho.

Chester era um amigo bem próximo de Chris Cornell e no funeral do amigo Chester Bennington cantou a música "Hallelujah" no funeral.

Chris Cornell nesta quinta-feira de 20/07/2017 completaria 53 anos.
                                                  R.I.P: CHESTER BENNINGTON  










MORTOS PELO DEMÔNIO ? OU FANÁTICOS RELIGIOSOS ?

| segunda-feira, 5 de junho de 2017 | 0 Comments |

Um macabro caso de assassinato movimentou a imprensa britânica em Londres, há pouco mais de 6 anos atrás.

Na noite de Natal de 2010, um menino de 15 anos, chamado Kristy Bamu, morreu afogado em uma banheira.

Os acusados eram duas pessoas, Eric Bikubi de 28 anos de idade e Magalie Bamu 29 anos de idade, de quem o garoto morto era irmão.

No julgamento, a história que o juiz ouviu é que Kristy “pediu para morrer” depois de não resistir a três dias de uma tortura regada a facas, paus, barras de ferro, um martelo e um formão.

O motivo da tortura seria um exorcismo: Kristy Bamu era supostamente um praticante de feitiçaria e estaria tomado pelo demônio.

Tanto a vítima quanto os acusados eram descendentes de origem africana, da República Democrática do Congo. Este país, conforme afirmam estudos étnicos atuais, é uma das nações na qual a crença em entidades demoníacas é altamente difundida.

Já houve outros casos de mortes em rituais de exorcismo em um passado recente. Em 2003, nos Estados Unidos, um menino autista de 8 anos foi sufocado até a morte com folhas de caderno em um culto destinado a espantar maus espíritos.

O Caso ainda mais impressionante aconteceu na Romênia, em 2005, quando uma mulher de 23 anos alegou estar ouvindo vozes do demônio dizendo a ela que era uma pecadora.

E com a ajuda de quatro freiras, um padre a manteve presa a uma cruz por três dias sem comida e água, e com a boca amordaçada com uma toalha. A mulher acabou falecendo asfixiada e desidratada.

O primeiro posicionamento oficial do Vaticano a respeito de exorcismo foi publicado em 1614 e revisado apenas em 1999. Atualmente, a Igreja admite que apenas uma pequena porcentagem das supostas possessões demoníacas são consideradas “autênticas”.

Como oferecem cursos de purificação, proíbem que rituais desta espécie sejam feitos por qualquer pessoa. De qualquer maneira, estes exemplos recentes mostram que a prática do exorcismo não é algo que ficou esquecida na Idade Média.